Flávio deve viajar com Tarcísio e desgastar Lula, que tenta engajar Nordeste e usa Alckmin como cartada no segundo turno
Rio de Janeiro05/10/2026 às 17:15
]]> Após passar ao segundo turno em primeiro lugar, o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, conta com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para ampliar a vantagem no estado e deve viajar com o aliado pelo país, em agendas que devem ser fechadas nos próximos dias. A campanha também aposta no desgaste do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma tentativa de apresentá-lo como um personagem político ultrapassado. Já a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mira em ampliar o placar no Nordeste e vai aumentar o papel do vice, Geraldo Alckmin, buscando atrair eleitores de centro. Após Garotinho pedir urgência: TRE envia ao TSE processo que pode definir governador do Rio Eleições 2026: Flávio é aconselhado a evitar debates com Lula no segundo turno A campanha de Flávio vai manter o mote do antipetismo, das bandeiras de segurança pública e aumento de custo de vida e fará uma ofensiva para aproximar aliados que saíram fortalecidos das urnas, caso de governadores que foram vitoriosos no primeiro turno. A vantagem obtida no primeiro turno, em que teve 47% dos votos contra 45% de Lula, levou a campanha de Flávio a descartar, neste primeiro momento, uma reformulação profunda da estratégia. A avaliação é que o candidato precisa ampliar o eleitorado sem abandonar o discurso que o levou à dianteira. Para isso, a estratégia é investir nos eleitores dos candidatos Augusto Cury (Avante), Renan Santos, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), que foram derrotados. Juntos, Renan, Caiado e Zema somaram 5,6 milhões de votos. Zema deve declarar apoio a Flávio junto com o Novo nos próximos dias, enquanto Caiado ainda não anunciou seu voto, e aliados avaliam que pode evitar uma adesão formal. A campanha aposta, mesmo assim, em absorver parte dos 2,6 milhões de votos do ex-governador de Goiás. Renan, que recebeu 2,67 milhões, também não deve apoiar nenhum dos dois candidatos e tende a incentivar o voto nulo, orientação que a equipe de Flávio acredita que não será seguida por todo o seu eleitorado. Mapa mostra a votação pelo país Reprodução Mais difícil, na avaliação da campanha, será avançar sobre os 3,4 milhões de eleitores de Augusto…
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