Flamengo é justamente punido por sua baixíssima criatividade no confronto
Esportes23/10/2026 às 02:51
]]> A superioridade técnica do Flamengo sobre o Estudiantes é inquestionável, mas em pouco mais de 180 minutos pela semifinal da Libertadores 2026, isso não foi o suficiente para que o rubro-negro tivesse hegemonia no duelo. Pelo contrário. Fez muito pouco para merecer a esperada classificação para a decisão e acabou eliminado nas penalidades. Muslera brilhou e pegou três cobranças. O 0x0 persistente reflete exatamente o que foi o time carioca nesta série eliminatória. Se não chutou sequer uma bola no gol no jogo de ida, não fez tão diferente diante de um Maracanã com mais de 70 mil pessoas. Mesmo com um jogador a mais por 45 minutos, ficou longe da equipe envolvente que costuma ser. Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique desperdiçaram suas penalidades. Escalações Leonardo Jardim optou por Pedro no ataque e teve o retorno de Jorginho ao meio-campo. Saúl e Bruno Henrique foram para o banco. Arrascaeta voltou a ser relacionado. Já Alexander Medina escalou Marcos Rojo para ter uma linha de cinco atrás no momento defensivo. Tobio Burgos recuava como um ala pela esquerda sem a bola. Joaquin Corrêa fez dupla de frente com Carrillo. Como Flamengo e Estudiantes iniciaram o segundo jogo da semifinal da Libertadores 2026 Rodrigo Coutinho O jogo Os primeiros minutos no Maracanã foram totalmente diferentes do aguardado pela grande maioria das pessoas. O Estudiantes não esperou o Flamengo tomar a iniciativa de atacar. Pelo contrário. Foi agressivo ao vencer as ''segundas bolas'' que sucediam as ligações diretas que fazia, e acelerou em boas combinações que geraram problemas para a defesa rubro-negra. O time brasileiro não tinha compactação entre meio e ataque para vencer os duelos. Após um primeiro passe longo dos argentinos, geralmente a zaga do Flamengo rebatia, mas a bola caía em um setor em que Piovi, Baltasar Rodriguez e Alexis Castro acabavam dominando. Lucas Paquetá e Pedro demoravam a recompactar, Carrascal e Samuel Lino também. Com a bola no campo de ataque, a ordem era acelerar em jogadas pelos flancos para buscar Carrillo ou Correa na área. A zaga carioca rechaçou, mas quase sucumbiu ao volume dos Pinchas. Rossi precisou fazer duas boas defesas em finalizações…
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