Fim da escala 6x1: entidades de Ribeirão Preto temem impacto nos pequenos negócios e pressão nos preços
Mundo15/10/2026 às 23:36
]]> Fim da escala 6 x 1: entidades temem impacto para pequenas empresas e pressão nos preços Entidades do setor produtivo na região de Ribeirão Preto (SP) criticaram nesta quinta-feira (15) a aprovação acelerada do fim da escala 6x1 em Brasília (DF) e alertaram para os impactos econômicos da medida. Segundo as associações, que representam comércio e serviços, a alteração traz desafios financeiros e operacionais, principalmente para as empresas de pequeno porte, além de levar a um aumento nos preços de produtos e serviços repassados aos consumidores. "Queremos que o trabalhador tenha um descanso remunerado, que ele tenha uma melhor valorização no mercado, mas também nos preocupa o empreendedor, que é o nosso principal objetivo, o pequeno empreendedor, que vai sentir esses custos que vão vir de uma maneira muito alta", afirma Nicolás Horta, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel Alta Mogiana). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp A reação ocorre após o Senado aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e estabelece o modelo 5x2, garantindo dois dias de descanso remunerado por semana sem redução de salário. O texto determina a diminuição gradual da jornada semanal das atuais 44 para 40 horas de trabalho. Senado aprova fim da escala 6x1 Reprodução Para entrar em vigor, a alteração constitucional precisa ser promulgada pela Mesa do Congresso Nacional e ser publicada no Diário Oficial. O início das novas regras será dividido em etapas: 60 dias após a promulgação, a jornada máxima cai para 42 horas e já passa a valer o direito às duas folgas. A aplicação plena dependerá ainda de regulamentações e de negociações entre sindicatos e categorias para definir como os turnos e folgas serão organizados. Impactos para comércio, bares e restaurantes Entidades do comércio, bares e restaurantes de Ribeirão Preto e região criticam a falta de um debate aprofundado sobre os custos e os prazos de adaptação. A queixa das associações é a capacidade dos estabelecimentos em absorver a nova carga trabalhista sem repassar o peso ao consumidor final. Em posicionamento conjunto, a Federação do…
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