Fila e expectativa: público chega cedo para show de Emicida e Leci com orquestra
rio19/09/2026 às 20:15
]]> O público já começou a chegar para curtir a apresentação do projeto Aquarius. Às 14h, uma fila já estava formada e a área reservada ao público maior de 60 anos também estava perto da lotação máxima. O público é variado, mas compartilha a mesma sintonia: a disposição para experimentar as diferentes possibilidades de sonoridades que a música oferece. Nesta edição, sobem ao palco a Orquestra Sinfônica Brasileira, a cantora Leci Brandão, ícone do samba, e o rapper Emicida, em um encontro de estilos e gerações. Pensando exatamente nesse mix, a carioca Beatriz Sant’Angelo não pensou duas vezes em curtir o dia. Fã de Emicida, ela afirmou que esse encontro marca o encontro de duas gerações da música popular brasileira: — Essa é a minha primeira vez num show do Emicida. Da Leci, já curti antes. Mas uma apresentação dessa, num espaço bacana como esse, não podemos perder. E moro aqui no Centro, então, depois de dias seguidos de chuva, vim passeando, sem pressa. Beatriz, a direita, com a amiga Mariana Rafael Timileyi Lopes O estudante de design Pedro Flávio, de 20 anos, resolveu se dar um presente de aniversário com o show. Morador de Campos dos Goytacazes, ele chegou hoje ao Rio para ver de perto o artista que para ele mudou sua visão de vida: Emicida. O rapper de São Paulo, segundo o jovem, foi responsável por ele se entender como uma pessoa negra. — Ele é um artista muito importante para mim. Trouxe uma esperança de uma nova vida. Ele é um artista que já mistura sons que não são apenas do mundo negro. Então, vê-lo tocar com uma orquestra também tem essa mensagem, de criar diálogo com outros universos — disse o estudante. No espaço reservado para as pessoas com mais de 60 anos também havia muita expectativa pela apresentação. Moradora de Magé, Lúcia Bento se define como uma “senhora aventureira”. Ela veio com o marido, que estava guardando os lugares, enquanto ela esperava a sombra aumentar. — É cultural, é encontro, é música. Isso alimenta nossa alma, me faz sentir bem. Gosto de todos os estilos que vão se apresentar hoje — destacou ela, lembrando que faz aula no coral do Museu do Amanhã, na Praça Mauá. A grama ao lado do palco também se tornou parte da área vip para…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.