Feminicídios em alta e medo das facções: os desafios da segurança em Minas
inicio23/09/2026 às 22:19
]]> Viatura Polícia Civil Minas Gerais PCMG Polícia Civil/Divulgação A violência é a principal preocupação de 33% dos brasileiros ouvidos pela Quaest em agosto. Em Minas Gerais, o tema está entre os desafios de quem assumir o governo do estado em 2027. As mortes violentas intencionais caíram no estado em 2025, mas os feminicídios aumentaram. Os números mostram que a melhora em um indicador convive com a violência contra mulheres e com o medo provocado pela atuação de facções criminosas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Entenda os desafios da segurança em Minas a partir dos seguintes pontos: Violência contra mulheres Aumento de feminicídios Medo das facções Queda do número de mortes violentas Violência contra mulheres A advogada Verônica Suriani terminou um relacionamento de quase dois anos depois de ser agredida pelo então namorado. Segundo ela, após a separação, o homem passou a persegui-la, enviar ameaças e danificar seu carro. Nos seis meses seguintes, Verônica registrou boletins de ocorrência e denunciou descumprimentos de uma medida protetiva. Em maio de 2022, foi esfaqueada 17 vezes pelo ex-companheiro em uma rua da Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Os filhos dela, então com 7 e 10 anos, presenciaram o ataque. “Quem me salvou foi a minha babá, a Patrícia, que lutou com ele e tomou a faca dele”, conta. Quatro anos depois, Verônica ainda sente dores no braço e nas costas. “A minha maior sequela é a dor dos meus filhos, que não tem reparação nenhuma.” Agora no g1 Aumento de feminicídios Minas registrou 177 feminicídios em 2025, ante 169 em 2024, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. No mesmo período, as tentativas de feminicídio caíram de 248 para 207. As ocorrências de lesão corporal dolosa contra mulheres em contexto de violência doméstica ficaram próximas de 24 mil em cada um dos dois anos: foram 24.196 em 2025 e 24.142 em 2024. Após se recuperar, Verônica fundou uma rede de enfrentamento à violência contra a mulher. Ela defende ações nas escolas para discutir machismo e violência doméstica, além de acolhimento e apoio financeiro para mulheres que precisam deixar uma situação de risco. A professora e pesquisadora…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.