Fé, bordado, culinária e sanfona: Dom Inocêncio celebra tradições que atravessam gerações
Destaques17/10/2026 às 18:13
]]> Piauí de Riquezas em Dom Inocêncio: a fé, força e tradições em homenagem ao Dia do Piauí O programa Piauí de Riquezas, exibido neste sábado (17), homenageou o Dia do Piauí, celebrado na segunda-feira (19). A edição mostrou a fé dos moradores de Dom Inocêncio, no Sudoeste do estado, e destacou aspectos da cultura local, como o bordado, a música e a culinária. LEIA TAMBÉM: Bispo que combateu a fome e a seca no Piauí e pode virar santo ganha documentário ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Fé, bordado e sanfona: Dom Inocêncio é destaque em edição especial do Piauí de Riquezas TV Clube O psicólogo Fagner Nascimento, natural do município, explicou que a cidade surgiu a partir do povoado de Curral Novo, considerado o núcleo histórico de Dom Inocêncio. "A gente inicia essa história de Dom Inocêncio no coração da cidade, onde temos a primeira igreja e onde surgiu o primeiro povoado, chamado de Curral Novo. Depois que veio esse processo de emancipação, passou a se chamar Dom Inocêncio. A estrutura da igreja é praticamente a mesma do Curral Novo", detalhou Fagner. O principal responsável pela criação do município foi o padre Manuel Lira Parente, discípulo de Dom Inocêncio López Santamaria, bispo espanhol que atuou no combate à fome, à seca e ao analfabetismo na região. "O Padre Lira tem uma importância fundamental para a construção, a emancipação do município. Ele chegou aqui região já abrindo estradas. Ele foi muito conhecido pelo trabalho que desenvolveu na educação, ele investiu muito na educação aqui", completou Fagner. Terra do bordado Dom Inocêncio também é conhecida como a terra do bordado. A atividade foi incentivada pelo padre Manuel Lira Parente e segue viva no município. Na localidade Traíras, Zilnoura Costa é uma das moradoras que mantêm a tradição passada entre gerações. "Eu comecei a estudar em 79, na comunidade Sal. Padre Lira levou o bordado pra lá e a gente começou a aprender. Depois de uns quatro anos, ele pegava a gente para participar de alguns cursos que ele trazia para a fundação, aí começamos a nos qualificar para ser monitora para ensinar o bordado. Fiquei uns cinco anos como monitora e depois casei, mas sempre bordando", disse. Para…
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