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Famílias de Ribeirão Preto celebram igualdade na licença-maternidade para mães adotivas

Destaques 03/10/2026 às 22:31
Famílias de Ribeirão Preto celebram igualdade na licença-maternidade para mães adotivas
]]> Famílias de Ribeirão Preto celebram igualdade na licença-maternidade para mães adotivas A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de igualar os direitos de mães adotivas e biológicas em relação à licença-maternidade foi comemorada por famílias de Ribeirão Preto (SP). É o caso de Geisa Berci e do marido, Leandro Moraes. Juntos há três anos, eles decidiram, nos últimos meses, abrir espaço na família para a chegada de um filho por meio da adoção. Para Geisa, a mudança é positiva, principalmente por garantir o mesmo período de convivência inicial entre mães adotivas e biológicas, independentemente da idade da criança. "Com certeza é positiva, porque agora, como igualou os direitos da maternidade biológica e adotiva, o tempo é o mesmo para você ter ali o primeiro momento com seu filho. Quando você fala de adoção, tem que ter um tempo dedicado com a criança, para criar um vínculo com ela, seja um recém-nascido ou um adolescente com 17 anos", afirma. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O casal faz parte do Sistema Nacional de Adoção e participa de reuniões e encontros de preparação, além de receber acompanhamento durante o processo. Geisa conta que sempre sonhou em ser mãe, mas nunca se imaginou passando por uma gestação. Por isso, a adoção sempre foi uma possibilidade clara para ela de construir uma família. "Eu sempre tive um sonho de ser mãe, mas eu nunca me imaginei grávida, gestando. Então, a única opção possível seria através da adoção. E a adoção, para mim, sempre foi muito clara, que é uma via de parentalidade real e possivelmente comum e normal de você compor uma família." Geisa e Leandro estão na fila de espera de adoção Reprodução/EPTV Direitos igualados A decisão foi tomada por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no final de setembro e estabelece a igualdade de direitos entre mães adotivas e biológicas em relação à licença-maternidade. Com a mudança, todas as mães passam a ter direito a 120 dias de afastamento remunerado, com possibilidade de prorrogação por mais 60 dias, conforme as regras aplicáveis. O período começa a ser contado a partir do nono mês de gestação no caso do parto. Já no caso da adoção, o…
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