Familiares reclamam de túmulos danificados e objetos roubados em cemitério de Rio Branco: 'Absurdo'
Destaques02/11/2026 às 15:17
]]> Dia de Finados movimenta comércio no entorno de cemitérios em Rio Branco Visitar o túmulo de familiares no Cemitério São João Batista, em Rio Branco, nesta segunda-feira (2), tem sido motivo de tristeza e indignação para pessoas que encontram sepulturas danificadas e objetos furtados. No local, considerado o mais antigo e um dos maiores da capital, familiares relatam prejuízos provocados por saques recorrentes, que atingem vasos, crucifixos, fotografias e outros itens deixados como forma de homenagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp Aos 72 anos, Dilce Terezinha acompanha há décadas os túmulos do filho Tibério Gaspar Vogel, sepultado em 1997, e do marido Aniceto Vogel, que morreu em 2004. A família mantém uma manutenção mensal das sepulturas, mas, mesmo com os cuidados frequentes, já precisou lidar diversas vezes com os danos provocados por furtos. Ela contou ao g1 que costuma visitar o espaço e acompanhar os reparos, mas se preocupa com as famílias que não conseguem ir ao cemitério com frequência e acabam encontrando os túmulos destruídos. "Os nossos entes queridos foram, mas o sentimento fica. Por meio desse sentimento de gratidão com eles, a gente mantém vivo esse cuidado, esse carinho. A gente gostaria que as demais pessoas que são encarregadas da manutenção desses espaços também tenham um pouco de sentimento, porque quem está sepultado ali, cada um tem família", desabafou. Aos 72 anos, Dilce Terezinha acompanha há décadas os túmulos do filho Tibério Gaspar Vogel, sepultado em 1997, e do marido Aniceto Vogel, que morreu em 2004 Pâmela Celina/g1 LEIA TAMBÉM: Entre figuras notáveis e pessoas comuns, cemitério mais antigo de Rio Branco guarda mais de 1 século de histórias Dia de Finados movimenta comércio no entorno de cemitérios em Rio Branco: 'Faturar um extra' Veja o que abre e o que fecha no Acre no feriado desta segunda (2) A preocupação também é compartilhada por Raimunda El Shawwa, de 71 anos. A mãe dela está sepultada no São João Batista há 45 anos e o pai, há 13. Segundo ela, há dois anos, o túmulo dos pais foi saqueado pela segunda vez. Na ocasião, foram levados vasos de bronze e um crucifixo. Até as fotografias da família…
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