Família é avisada sobre morte de vigilante acreano em missão na guerra na Ucrânia e tenta contato: 'Queria ir para ajudar'
Destaques18/10/2026 às 09:00
]]> Acreano morre enquanto lutava na Ucrânia, diz família A família de Jonas da Silva Santos, de 24 anos, diz que recebeu, na última segunda-feira (12), a notícia de que o acreano morreu após ser atingido durante uma missão na guerra na Ucrânia. A informação foi repassada por um colega brasileiro que estava com ele no combate, mas os parentes afirmam que ainda não receberam a confirmação da morte oficialmente. Natural de Rodrigues Alves, no interior do Acre, ele era vigilante antes de se mudar para Porto Velho (RO), onde passou a trabalhar com o cunhado. Ele foi para a Ucrânia em maio deste ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp Segundo uma sobrinha dele, que pediu para não ser identificada, o interesse em ir para a Ucrânia já existia antes mesmo de ele deixar o Brasil. A família tentava convencê-lo a desistir por medo dos riscos que enfrentaria no conflito. “Desde quando ainda estava no Brasil, meu tio já demonstrava muita vontade de ir para a Ucrânia. Ele falava bastante sobre isso e sempre dizia que queria ir para ajudar na guerra, porque era algo que realmente desejava fazer. Não era algo que surgiu de repente, era uma vontade que ele já tinha há bastante tempo”, contou. O g1 procurou o Ministério das Relações Exteriores para saber se o governo brasileiro tinha conhecimento do caso e se poderia prestar assistência à família. Em nota, o Itamaraty informou que a Embaixada do Brasil em Kiev não tem registro da situação e está à disposição para prestar assistência consular quando acionada. O ministério também esclareceu que não custeia o deslocamento de brasileiros com o propósito de participar de conflitos armados, dentro ou fora do território nacional. (Veja nota completa na íntegra) Jonas da Silva Santos, de 24 anos, morador de Rodrigues Alves, foi para a Ucrânia em maio deste ano Arquivo pessoal Conforme a sobrinha, os parentes conversavam com Jonas sobre os perigos da viagem e que até colegas dele que já estavam na Ucrânia o aconselhavam a não ir. Mesmo assim, ele continuou decidido. Como não tinha passaporte, a sobrinha o ajudou a tirar o documento e ele deixou Porto Velho de ônibus com destino a São Paulo, de onde seguiu viagem para o…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.