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Família de brasileira presa na Tailândia fez vaquinha para pagar passagem de volta após saída da prisão

Destaques 17/10/2026 às 07:00
Família de brasileira presa na Tailândia fez vaquinha para pagar passagem de volta após saída da prisão
]]> Brasileira reduziu pena pela metade na Tailândia, que prevê até pena de morte para tráfico Depois de deixar a prisão na Tailândia, Mary Hellen Coelho Silva, moradora de Pouso Alegre (MG), ainda enfrentou dificuldades para voltar ao Brasil. Sem recursos para comprar a passagem aérea e diante da falta de uma solução para custear o retorno, familiares organizaram uma vaquinha e fizeram empréstimos para reunir cerca de R$ 6 mil, segundo a advogada Kaelly Cavoli Moreira. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Mary Hellen foi presa em 2022 por tráfico internacional de drogas e permaneceu cerca de quatro anos e meio fora do Brasil. A saída da unidade prisional, beneficiada por um perdão real concedido, não significou o retorno imediato ao país de origem. Antes de embarcar, ela precisou passar por um centro de detenção ligado à imigração, onde, segundo a advogada, enfrentou uma situação de incerteza. A compra da passagem, porém, não dependia apenas de encontrar um voo com preço acessível. Segundo Kaelly, havia exigências relacionadas à companhia aérea e à data de embarque. A família também teria enfrentado dificuldades para entender os procedimentos necessários e cumprir as orientações recebidas. “Foi um dinheiro que não era algo que estava organizado. Juntou boa parte da família para que eles pudessem ali arrecadar um valor e trazê-la de volta”, contou ao g1. VEJA TAMBÉM: Brasileira presa por tráfico na Tailândia volta ao Brasil, diz defesa Quem é Mary Hellen, brasileira que cumpriu pena por tráfico internacional de drogas na Tailândia e voltou ao Brasil Entenda como brasileira reduziu pena pela metade no país que prevê até pena de morte para tráfico de drogas Mary Hellen, brasileira presa e condenada na Tailândia Arquivo pessoal Tentativa de passagem gratuita não avançou Antes de organizar a vaquinha, a família tentou buscar uma alternativa para que a viagem fosse custeada pelo poder público. Segundo Kaelly, eles teriam tentado a possibilidade de solicitar gratuidade por meio da Defensoria Pública da União (DPU), mas o procedimento não avançou. A advogada afirmou que os familiares, que vivem em Pouso Alegre, tiveram dificuldades para obter orientações.…
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