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Falta de provas e confissão negada: Entenda por que Justiça absolveu homem acusado de matar três mulheres na Bahia

Destaques 04/11/2026 às 11:26
Falta de provas e confissão negada: Entenda por que Justiça absolveu homem acusado de matar três mulheres na Bahia
]]> Thierry Lima da Silva foi absolvido do triplo homicídio em Ilhéus Arquivo pessoal O homem acusado de matar três mulheres em Ilhéus, em agosto de 2025, foi absolvido das acusações. O julgamento aconteceu em 8 de outubro, mas as informações foram divulgadas apenas na terça-feira (3). Segundo a Justiça, a absolvição se baseia na falta de provas. Alexsandra Oliveira Suzart, de 45 anos; Maria Helena do Nascimento Bastos, 41; e Mariana Bastos da Silva, de 20, foram achadas mortas com marcas de facadas em uma área de mata da Praia dos Milionários, destino turístico da cidade, que fica no sul da Bahia. Elas tinham desaparecido um dia antes. O acusado, Thierry Lima da Silva, foi preso logo depois. Segundo a polícia, ele alegou ter cometido o crime sozinho, em uma tentativa de assalto. Apesar disso, a Justiça afirma que a suposta confissão extrajudicial não foi gravada. Nesta reportagem, o g1 explica as circunstâncias da absolvição de Thierry. Prisão de Thierry Investigações Depoimento não foi gravado Por que Thierry segue preso? Relembre caso das três mulheres assassinadas em Ilhéus, na Bahia; suspeito é preso Prisão de Thierry Thierry foi preso dez dias após o crime, após uma suposta confissão. Na época, ele foi detido por tráfico de drogas e, segundo a polícia, confessou o crime durante o depoimento. Ainda segundo a informação divulgada na época, ele assumiu a autoria do triplo homicídio, relatou que estava sob efeito de drogas e que golpeou as vítimas durante uma tentativa de roubo. O homem ainda teria relatado que fugiu em direção à uma ciclovia e queimou a bermuda, que estava suja de sangue. Investigações Alexsandra, Mariana e Maria Helena foram achadas mortas após saírem para passear com cachorro na Bahia Reprodução/Redes Sociais Na época, a polícia chegou a pedir a prorrogação do prazo de entrega da investigação duas vezes. O inquérito só foi concluído no dia 19 de dezembro, quatro meses depois do crime. Em nota enviada na época, Polícia Civil informou que diligências de campo, análise de imagens de câmeras de segurança, exames periciais, oitivas de familiares e testemunhas, além da coleta de outros elementos, fundamentaram o indiciamento. Segundo a…
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