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Jovem Rio News

Falta de ônibus e decisão de Zanin criam desafio 'inédito' para eleições, avaliam juristas

Rio de Janeiro 25/10/2026 às 22:23
Falta de ônibus e decisão de Zanin criam desafio 'inédito' para eleições, avaliam juristas
]]> Juristas avaliam que a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o período de votação após denúncias de falta de transporte público em cidades brasileiras, levam a eleição presidencial a uma situação inédita, criando novos desafios e uma possível nova leva de judicialização do pleito. Flávio Bolsonaro vota acompanhado da família no Rio e diz que chegou a hora da 'mudança de verdade' Lula vota no ABC Paulista em última disputa presidencial e espera resultado de eleição histórica Diante das dúvidas envolvendo o cumprimento da decisão, o ministro Zanin se manifestou no início da noite e explicou que a extensão do período só vale para as urnas que ainda não foram fechadas. Para o advogado e professor de Direito Eleitoral da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro Eduardo Damian, os partidos demoraram a agir: — Se você tem fiscais e delegados das coligações por todo o país com a atribuição de verificar qualquer ilegalidade, qualquer intercorrência, isso teria que ter sido alertado antes para dar tempo de operacionalizar, e todo mundo tomar ciência da prorrogação do horário — diz Damian, que considera a situação inédita.O professor de Direito Público da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Wallace Corbo avalia que a decisão de Zanin foi acertada, mas levantou questões em relação a como se daria o seu cumprimento. — A questão é que cada TRE vai ter que diagnosticar com muita agilidade quais são as seções que ainda podem receber eleitores e orientar adequadamente como colher os votos. Uma urna já encerrada não pode ser reaberta, uma urna eletrônica já encerrada, ela não pode ser reaberta — diz o professor. Amigos desde a infância, eleitores de Lula e Bolsonaro vão votar juntos no Rio: 'Nos consideramos irmãos' Assim como Damian, Corbo avalia que as campanhas e a Justiça Eleitoral demoraram para agir. — No caso dos partidos, a demora se explica pelos relatos às vezes esparsos e que precisavam ser coletados. Pelo TSE, a demora encontra menos justificativa — diz o professor, que completa — Infelizmente é provável que haja uma judicializacao. Internautas comentam reação de mesária de seção eleitoral onde…
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