Ex-vereador é condenado a mais de 45 anos de prisão por matar companheira estrangulada na BA
Destaques07/11/2026 às 13:10
]]> Ex-vereador de cidade da Bahia foi condenado a mais de 45 anos de prisão por matar companheira estrangulada na Bahia Arquivo pessoal O ex-vereador de Aurelino Leal, no sul da Bahia, João Pereira Sena, conhecido como João da Água, foi condenado a 45 anos, quatro meses e 12 dias de prisão pelo feminicídio da companheira, Cleonice Pereira dos Santos, de 47 anos. O julgamento aconteceu na terça-feira (3), no Tribunal do Júri da Vara Criminal de Ubaitaba. João Pereira Sena foi vereador entre 2009 e 2012. Conforme apuração da TV Santa Cruz, afiliada da Rede Bahia, o ex-parlamentar também foi condenado a seis meses de detenção e ao pagamento de multa por fraude processual. A defesa informou que vai recorrer da decisão. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia O crime aconteceu em 31 de dezembro de 2025, na zona rural de Aurelino Leal. Segundo as investigações, Cleonice foi morta por estrangulamento. Após o crime, João Pereira Sena levou o corpo da companheira ao hospital e alegou que ela havia sofrido um mal súbito. Agora no g1 Durante o julgamento, os jurados reconheceram, por maioria de votos, que o ex-vereador foi o responsável pelas agressões que provocaram a morte da vítima. O Conselho de Sentença também concluiu que o crime foi cometido em contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de asfixia e de recurso que dificultou a defesa de Cleonice. O ex-parlamentar, que tem 68 anos, negou a autoria do crime durante o interrogatório. A defesa pediu a absolvição, mas a tese foi rejeitada pelos jurados. Tentativa de encobrir o crime Além do feminicídio, João Pereira Sena foi condenado por fraude processual. Segundo a ata do julgamento, os jurados entenderam que ele tentou alterar a cena do crime para dificultar as investigações. Conforme a decisão, o ex-vereador ocultou o celular da companheira, transportou o corpo dela até o Hospital de Aurelino Leal e apresentou uma versão falsa sobre as circunstâncias da morte, alegando que Cleonice havia sofrido um mal súbito. Na sentença, o juiz destacou que João Pereira Sena tinha um histórico de agressões físicas contra a vítima. O magistrado também considerou como agravante o motivo torpe,…
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