Ex-militar morto em confronto com policiais na Bahia usava conhecimento das Forças Armadas para atuar em facções criminosas
Destaques21/10/2026 às 14:51
]]> Ex-militar suspeito de matar subtenente dentro de companhia do Exército morre em confronto com policiais na Bahia Reprodução/Redes Sociais O ex-militar que foi morto após trocar tiros com a polícia em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador, na terça-feira (20), usava o conhecimento adquirido nas Forças Armadas para atuar em facções criminosas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (21), pelo Tenente Coronel Comandante Moisés Travessa. "A informação é que havia envolvimento dele com facções criminosas, inclusive utilizando do conhecimento adquirido nas Forças Armadas para apoio a facções", contou o comandante. Lázaro Santos da Conceição atuou nas Forças Armadas até 2022, quando foi preso por suspeita de matar um subtenente dentro da Companhia de Comando da 6ª Região Militar do Exército, no bairro da Mouraria, na capital baiana. (Relembre o crime ao fim da reportagem) A suspeita é que ele tenha atuado no Exército a mando de uma facção criminosa. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Agora no g1 Na terça-feira, equipes do Batalhão Rondesp RMS faziam rondas na localidade de Monte Líbano, na zona rural de Mata de São João, quando encontraram um grupo de homens armados. De acordo com a corporação, os suspeitos atiraram contra os policiais, e houve confronto. Lázaro só foi identificado pelos policiais após ser baleado e socorrido para uma unidade de saúde. Durante a ação, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, munições e 101 porções de drogas semelhantes a crack, cocaína e maconha. Relembre caso de 2022 O subtenente Carlos André de Souza Paschoal, de 43 anos, foi morto a tiros na tarde de 28 de setembro de 2022 Reprodução/TV Bahia Em 2022, Lázaro tinha 23 anos e atuava no Exército. Em 28 de setembro de 2022, ele matou a tiros o subtenente Carlos André de Souza Paschoal, de 43 anos. As informações preliminares divulgadas naquele período apontavam que Lázaro foi até a unidade militar e pediu para ser atendido antes de atirar contra o subtenente. Lázaro foi imobilizado após os disparos e preso em seguida. Atualmente, ele respondia o processo em liberdade. O caso passou a ser investigado pelo Exército. A motivação do…
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