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Ex-chefe da Polícia Civil, agente que recuperou armas do Exército e 2º deputado mais votado do Rio: quem são os presos na operação da PF

Rio de Janeiro 15/10/2026 às 21:12
Ex-chefe da Polícia Civil, agente que recuperou armas do Exército e 2º deputado mais votado do Rio: quem são os presos na operação da PF
]]> A Polícia Federal (PF) prendeu um político e cinco policiais civis em uma operação deflagrada na manhã desta quinta-feira. A ação faz parte da oitava fase da Operação Unha e Carne e tem como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de usar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como estrutura para lavar dinheiro. Entre os presos estão o ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito Márcio Canella, o ex-chefe da Polícia Civil Marcus Amim e outros quatro policiais civis. De acordo com Relatório de Inteligência Financeira elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado à PF, o esquema movimentou mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. Entenda quem são os investigados. Veja o novo local: Juizados Especiais Cíveis de Jacarepaguá vão mudar de endereço em novembro Leia mais: vídeo flagra idosa sendo baleada em tentativa de assalto no Leblon Irmãos Gaspar Foram presos na operação desta quinta-feira o inspetor da Polícia Civil Christiano Gaspar Fernandes e seu irmão, também inspetor, Giovanni Gaspar Fernandes. Segundo a investigação da PF, eles aparecem em registros manuscritos de pagamentos frequentes que, segundo a investigação, podem ter origem em atividades criminosas. Os dois irmãos são identificados pelo codinome “Meninos” em planilhas que registravam a distribuição de dinheiro proveniente da rede de postos de combustíveis. Enquanto Amim esteve à frente da Polícia Civil, entre 2023 e 2024, Christiano trabalhava na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), onde ocupava o cargo de chefe de investigação. Ele participou da recuperação de oito metralhadoras desviadas do Exército em São Paulo, encontradas em outubro de 2023 em uma área dominada pelo tráfico na Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio. Na época, a apreensão foi polêmica por causa das circunstâncias em que o armamento foi encontrado: as armas estavam enroladas em plástico preto e haviam sido abandonadas em um carro que saíra da Rocinha, na Zona Sul da cidade. Na ocasião, foi levantada a suspeita de que a equipe policial teria negociado a entrega das armas com o Comando Vermelho (CV). Essa hipótese, no entanto, nunca…
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