Ex-cabo do Exército que voltou armado à praia após assalto e matou homem vai a júri popular
Destaques08/10/2026 às 17:24
]]> Militar do Exército reage a assalto e mata suspeito no litoral de SP O ex-cabo do Exército Brasileiro (EB) Gustavo Pavão Gomes, que voltou armado à praia após ser assaltado, perseguiu e matou a tiros Anderson de Oliveira, será julgado por homicídio qualificado em Guarujá (SP). A defesa havia pedido a absolvição sumária por legítima defesa, mas a Justiça determinou que o caso seja levado a júri popular. Gustavo aguardará o julgamento em liberdade. 🔍 Absolvição sumária ocorre quando o juiz encerra o processo e absolve o réu antes do julgamento por entender que há uma situação clara que afasta a responsabilidade criminal. Neste caso, a tese de legítima defesa será analisada pelos jurados. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. A morte aconteceu em dezembro de 2025, após o militar, que estava de folga, ser assaltado à beira-mar na Praia da Enseada. Gustavo foi abordado por Anderson enquanto caminhava pela orla e, depois do roubo, retornou ao apartamento onde estava hospedado para buscar a arma. Em seguida, voltou à praia e perseguiu Anderson, que tentou fugir e foi baleado. Ele morreu no local. Militar do Exército de calção preto começou a perseguição no calçadão e terminou na faixa de areia, quando matou o suspeito Redes sociais À época, Gustavo afirmou que fez disparos em direção ao mar para tentar impedir a fuga. Durante a perseguição, segundo o relato dele, atirou em direção a Anderson após vê-lo levar a mão à cintura. Um vídeo registrou ao menos oito disparos (veja no topo da reportagem). O caso foi inicialmente registrado como legítima defesa putativa, uma vez que o militar afirmou ter acreditado que Anderson estava armado. Gustavo foi liberado, e a Polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. O Exército também informou ter adotado as medidas administrativas cabíveis. Em abril deste ano, o EB informou que Gustavo não integrava mais as fileiras da corporação, "visto ter completado o tempo máximo de permanência". O Exército acrescentou que, por força da legislação vigente e pela natureza da ocorrência, o caso estava sendo tratado pela Justiça Comum.. Júri Gustavo foi denunciado pelo Ministério Público…
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