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Estupro coletivo em universidade dos EUA: autoridades 'abandonaram' aluna vítima, diz governadora de NY

Destaques 02/10/2026 às 16:31
Estupro coletivo em universidade dos EUA: autoridades 'abandonaram' aluna vítima, diz governadora de NY
]]> Agora no g1 A governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, afirmou nesta sexta-feira (2) que a mulher que denunciou um estupro coletivo na Universidade Cornell foi "abandonada" por autoridades que tinham a obrigação de protegê-la. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Hochul decidiu nomear a procuradora-geral do estado, Letitia James, como promotora especial para assumir o caso. Segundo a governadora, a decisão foi tomada depois que ela tomou conhecimento de "detalhes preocupantes" sobre a condução da investigação pelas autoridades dos EUA. Entre eles está o fato de o promotor do condado ter encerrado o caso sem colher depoimentos da vítima ou outras pessoas envolvidas. "Em que mundo o promotor distrital não entrevista nem ela, nem qualquer outra pessoa envolvida, nem mesmo pede a transcrição completa?", questionou Hochul.Após críticas à condução do caso, governadora de Nova York tirou investigação das mãos do promotor local e a entregou à procuradora-geral do estado. A governadora também criticou a polícia da universidade. Segundo ela, a jovem passou horas relatando o que havia acontecido, mas parte importante de seu relato não foi incluída no documento encaminhado aos promotores. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, fala durante uma entrevista coletiva ao lado da procuradora-geral do estado, Letitia James. Yuki Iwamura / AP Procuradora-geral assume o caso Hochul anunciou na última quinta-feira (1º) que Letitia James assumiria a investigação. A governadora afirmou que perdeu a confiança na capacidade do promotor distrital local de conduzir o caso. O promotor do condado de Tompkins, Matthew Van Houten, foi retirado da investigação e declarou nesta sexta que apoia a decisão. "Confio que ela analisará os fatos e aplicará a lei", afirmou em comunicado. Van Houten também disse que ficou claro que a universidade não havia fornecido às autoridades todas as informações disponíveis. James não informou quanto tempo a investigação deverá durar, mas afirmou que o trabalho pode levar meses. "Nós vamos analisar os fatos, reunir provas, entrevistar testemunhas e, se for cabível, abrir processos criminais", disse. LEIA TAMBÉM Consulado dos…
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