Estudantes da UFPB produzem próteses para reabilitar pessoas com deformidades faciais em João Pessoa
Destaques11/10/2026 às 18:17
]]> Estudantes da UFPB produzem próteses para pacientes com deformidades faciais Reprodução UFPB. Dois projetos de extensão da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ligados aos cursos de Odontologia e Enfermagem, têm se destacado pela produção de próteses para pessoas com deformidades faciais. As iniciativas atendem pacientes em João Pessoa, e buscam recuperar funções como alimentação, fala e interação social. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Os projetos foram criados em 2010 e acompanham os pacientes em diferentes etapas. O trabalho vai da produção artesanal das próteses à aplicação e ao acompanhamento após o uso das peças. Segundo a professora Cacilda Chaves, responsável pelo projeto de vinculado ao curso de Odontologia, o objetivo do trabalho conjunto é ajudar na reintegração dos pacientes por meio das próteses. “Mais do que recuperar a aparência, o trabalho busca restabelecer funções essenciais do cotidiano, como alimentar-se, falar e interagir socialmente. A proposta reconhece o impacto dessas condições na vida dos pacientes e compreende a reabilitação como um processo que envolve aspectos físicos, emocionais e sociais”, disse. Agora no g1 O projeto atende pacientes encaminhados por hospitais ou por demanda espontânea, que sofreram algum tipo de perda estrutural na face em decorrência de câncer, acidentes automobilísticos, ferimentos por arma de fogo, acidentes domésticos, traumatismos ou alterações congênitas. O atendimento é feito no ambulatório de Odontologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa. No local, o paciente passa pelo acolhimento e pela avaliação inicial. Depois, é encaminhado para a produção da prótese. Produção das peças artesanais A produção das próteses é de responsabilidade do projeto vinculado ao curso de Odontologia. O processo acontece em várias etapas e de forma individualizada para cada paciente. Primeiro, os estudantes fazem um molde de cera da região que receberá a prótese. Depois, o molde é preenchido com silicone medicinal e recebe pigmentação para reproduzir a cor da pele do paciente. A prótese final tem uma estrutura flexível, que facilita o uso no dia a dia. Segundo Cacilda, os…
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