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Estudantes criam luva tecnológica que traduz Libras para facilitar comunicação com surdos em MG

Destaques 27/09/2026 às 18:34
Estudantes criam luva tecnológica que traduz Libras para facilitar comunicação com surdos em MG
]]> Tecnologia desenvolvida no Cefet pode ajudar a tornar comunicação mais acessível para pessoas surdas Foto/ Divulgação Cefet Uma luva equipada com sensores capazes de identificar movimentos das mãos e reconhecer gestos que fazem parte da Língua Brasileira de Sinais (Libras) está sendo desenvolvida por alunos do ensino técnico do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), em Araxá. A tecnologia pode ajudar a tornar a comunicação mais acessível para pessoas surdas. Segundo o professor que coordena o projeto, Leandro Mattioli, o grupo trabalha no desenvolvimento do dispositivo há cerca de quatro meses, em continuidade a uma pesquisa iniciada no ano passado. “Em 2025, nós começamos a desenvolver um sensor que conseguia estimar o posicionamento das mãos durante os gestos. Agora, aprimoramos esse sensor e acoplamos o dispositivo a uma luva para que os movimentos sejam capturados de forma mais precisa”, explicou o professor. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Na prática, os sensores instalados na luva trabalham em conjunto com uma câmera infravermelha. Os movimentos feitos pelo usuário são capturados e analisados por um programa de computador, que identifica os sinais e transforma o conteúdo em texto ou áudio. Nos primeiros testes realizados com o protótipo, o sistema alcançou 92% de precisão no reconhecimento de sinais de Libras feitos por diferentes pessoas. “O resultado é extremamente promissor e agora vamos continuar trabalhando para aperfeiçoar o sistema”, afirmou Leandro. Luva tecnológica pode facilitar comunicação com pessoas surdas em Araxá Cefet/\Divulgação Leia também: MG1 fala sobre libras na Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Conheça os sonhos de quem mora na cidade menos populosa do Brasil Acessibilidade e inclusão Quatro alunos do ensino técnico do Cefet Araxá participam diretamente do desenvolvimento do projeto. O dispositivo ainda está em fase de testes e não há previsão para que a versão final seja disponibilizada para comercialização. Um dos desafios encontrados pelos estudantes foi ajustar os sensores para que os movimentos das mãos fossem captados com precisão, sem interferir na execução dos sinais. “No…
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