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Estádio e CT modernos: como um clube com estrutura de time grande sumiu do cenário do Rio

Esportes 28/09/2026 às 12:06
Estádio e CT modernos: como um clube com estrutura de time grande sumiu do cenário do Rio
]]> Tigres do Brasil: por que um clube com estrutura de time grande sumiu do cenário do Rio? Entre 2008 e 2009, a inauguração do complexo esportivo do Tigres do Brasil fez barulho no futebol do Rio de Janeiro. O bom estádio com capacidade para 11 mil pessoas e o centro de treinamento distribuído em 210 mil m², com cinco campos de medidas oficiais, viraram notícia nos principais veículos. "É o primo rico dos pequenos", sentenciou o Jornal do Brasil, em artigo de meia página. Menos de 20 anos depois, o clube praticamente desapareceu do cenário do futebol carioca. O time joga a quinta divisão do Rio, num cenário que não condiz com a estrutura física de primeira à disposição de jogadores e funcionários. O que aconteceu? O ge foi a Xerém para descobrir. Na época da inauguração, o plano dos donos do clube para o vale rodeado pela Mata Atlântica em Xerém, distrito de Duque de Caxias, era ambicioso: construir mais três campos, ginásio poliesportivo, heliporto e até um hotel cinco estrelas no ponto mais alto do terreno. O projeto continua exposto numa sala com vista panorâmica para o CT — e comprova que boa parte dele ficou só no papel. Veja imagens do centro de treinamento do Tigres do Brasil, em Xeré Em 2009, René Simões, então treinador do Fluminense, chegou a decretar, em tom crítico, em relação aos clubes do Rio e seus centros de treinamento: "O único que tem um ótimo CT é o Tigres". Na época, o novato Tigres do Brasil se preparava para jogar a Série A do Carioca pela primeira vez. O clube sentiu o peso da estreia e terminou em último lugar do grupo no primeiro turno. Mas se recuperou no segundo, com direito a empate com o Flamengo no Maracanã e goleada por 5 a 0 para cima do Boavista. Portão principal do centro de treinamento do Tigres do Brasil, em Xerém Tébaro Schmidt / ge A equipe de Caxias foi rebaixada em 2010. Entre idas e vindas, foram quatro participações na elite. A estrutura atraía nomes conhecidos. Em 2017, por exemplo, o treinador do time no início do Carioca era Felipe, atual diretor técnico do Vasco. Seu auxiliar era Pedrinho, hoje presidente do Vasco. Eles deixaram o Tigres depois de sete jogos. Aquela, aliás, foi a última vez do Tigres na Série A do…
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