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Entrevista: 'Vamos ocupar territórios, mas sem repetir erros da UPP', diz Douglas Ruas

Rio de Janeiro 08/10/2026 às 18:41
Entrevista: 'Vamos ocupar territórios, mas sem repetir erros da UPP', diz Douglas Ruas
]]> Encerrado o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que encaminhou a definição da eleição do Rio já no primeiro turno, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Douglas Ruas (PL), começou a falar nesta quinta-feira no que imagina ser o seu governo a partir de 5 de janeiro, data marcada para a posse. Da retomada de territórios a escolas cívico-militares: 63 promessas de Douglas Ruas, governador virtualmente eleito do Rio Acompanhe desdobramentos: após TSE barrar Garotinho, coligação de Paes diz que irá ao STF para garantir realização do 2º turno contra Ruas Em entrevista ao GLOBO após o término da sessão que anulou os votos de Anthony Garotinho por 5 a 2, Ruas falou sobre as primeiras medidas que pensa em implementar no comando do Palácio Guanabara e tratou de segurança pública, tema apontado pelo eleitor fluminense como o mais importante a ser enfrentado pelo futuro governador. Também apontou os principais fatores para virar a eleição contra o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), que anunciou que vai levar o caso para o Supremo Tribunal Federal (STF). Abaixo os principais trechos da conversa: São anos de governantes fazendo promessas na área da segurança e nunca um resultado concreto. Por que vai ser diferente com o senhor, que falou a campanha toda que o tema será prioridade, e podemos esperar mais operações como a do Alemão e da Penha, que matou 122 pessoas? Vai ser prioridade, mesmo. Vamos convocar todos os excedentes aprovados em concursos da polícia e aumentar o efetivo para começar a combater o domínio territorial dos bandidos no estado. Sobre operações, nosso plano prevê, sim, operações e a retomada permanente dos territórios. Mas vamos avaliar ainda as áreas para entender qual energia usaremos em cada favela. O que posso adiantar é que não ficaremos fazendo sucessivas operações em comunidades sem plano de ocupação. É operação planejada para imediatamente ocupar. Precisamos garantir para o morador da favela o mesmo policiamento ostensivo da orla do Rio. E vão começar por onde? Não vou dizer. Esse foi o erro da UPP, anunciar onde seriam as operações com antecedência e aí ninguém era preso. Não vou fazer assessoria para bandidos. Há um receio de…
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