Engenheiros, servidores e corretora estão entre os presos em operação por suspeita de corrupção em MT
Destaques29/10/2026 às 22:51
]]> Débora Alvarenga Nakanishi da Silva, Agnaldo Rael da Silva, Valdinei Monteiro da Silva, Julio Henrique Verdu Garcia e Fernando Dante Morari Reprodução Engenheiros civis, servidores públicos municipais e uma corretora de imóveis estão entre os alvos de uma operação que investiga um suposto esquema de corrupção em processos de obras e empreendimentos imobiliários em Sinop, a 500 km de Cuiabá. Cinco pessoas foram presas e seis servidores públicos afastados dos cargos durante a ação, deflagrada na quarta-feira (28). Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a investigação apura suspeitas de cobrança e pagamento de propina para favorecer a tramitação de processos, a emissão de pareceres, a aprovação e regularização de projetos e a concessão de licenças e certificados. Os fatos investigados teriam ocorrido entre 2017 e 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Quem são os alvos Entre os cinco presos estão: Fernando Dante Morari: engenheiro civil e servidor público municipal; Júlio Henrique Verdu Garcia: engenheiro civil e servidor público municipal; Valdinei Monteiro da Silva: servidor público municipal; Agnaldo Rael da Silva: engenheiro civil; Débora Alvarenga Nakanishi da Silva: corretora de imóveis e sócia da empresa Dnishi Empreendimentos Imobiliários Ltda. O g1 tenta localizar a defesa dos citados. Além das prisões, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão contra 17 alvos. Também são investigadas possíveis interferências em fiscalizações e outros procedimentos ligados à Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação de Sinop. Como funcionaria o esquema Foram apreendidos dinheiro em espécie e bens alto valor ligados a empresários investigados De acordo com o Gaeco, os investigadores apuram se agentes públicos e particulares teriam negociado vantagens indevidas para beneficiar processos relacionados a obras e empreendimentos imobiliários. Entre as suspeitas estão pagamentos de propina para agilizar procedimentos, influenciar pareceres técnicos, obter a aprovação e regularização de projetos e conseguir licenças e certificados. A investigação também…
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