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Endividamento recua pelo 2º mês seguido, mas ainda atinge 81,6% das famílias

Economia 05/11/2026 às 13:30
Endividamento recua pelo 2º mês seguido, mas ainda atinge 81,6% das famílias
]]> Educador financeiro explica como endividamento afeta a vida das pessoas A parcela de famílias brasileiras com algum tipo de dívida a vencer, como cartão de crédito, financiamento ou empréstimo, ficou em 81,6% em outubro, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (5) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O índice teve queda de apenas 0,1 ponto percentual na comparação com setembro, mas continua acima dos 79,5% registrados no mesmo mês de 2025. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Já a parcela de famílias que se consideram muito endividadas caiu de 17,3% em setembro para 16,8% em outubro. O resultado é o menor desde abril, quando o indicador marcou 16,4%. 💵 Endividamento: considera famílias que têm algum tipo de dívida, como cartão de crédito, cheque especial, empréstimos ou financiamentos, mesmo que estejam pagando as parcelas em dia. 💵 Inadimplência: considera famílias que têm contas ou parcelas em atraso, ou seja, que não conseguiram pagar suas dívidas no prazo. A inadimplência também apresentou melhora pelo segundo mês consecutivo. A parcela de famílias com dívidas em atraso passou de 29,6% em setembro para 29,3% em outubro, atingindo o menor patamar de 2026. A CNC projeta que a redução do endividamento continue nos últimos meses do ano, impulsionada pelo pagamento da segunda parcela do 13º salário. "As famílias têm privilegiado o abatimento ou a quitação de dívidas, até em detrimento do consumo", explicou ao g1. Mas ele pondera que a trajetória dos juros será determinante para a evolução do endividamento em 2027. Com a manutenção da taxa básica em patamar elevado, a expectativa é de uma redução mais lenta dos juros, o que pode limitar o crescimento da economia e dificultar a recuperação financeira das famílias, especialmente as de menor renda. 🔍O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (4), manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, pela quarta reunião consecutiva. O patamar é o maior desde julho de 2006 e mantém o Brasil entre os países com os juros reais mais altos do mundo. Ele…
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