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Encanador que dominou copiloto de voo a Israel após ataque ao piloto vira sex symbol: 'O homem que eu quero'

Rio de Janeiro 06/10/2026 às 06:00
Encanador que dominou copiloto de voo a Israel após ataque ao piloto vira sex symbol: 'O homem que eu quero'
]]> Israel tem um novo e improvável símbolo sexual: Yaniv Hayoun. O encanador imobilizou com uma gravata o copiloto omanense — acusado de tentar assassinar o piloto —, tirou-o da poltrona do comandante e assumiu os controles do Boeing da FlyDubai, conseguindo estabilizar o avião que mergulhava em direção ao solo usando técnicas que aprendeu no programa de TV "Air Disasters" (Desastres Aéreos). O ato de heroísmo rendeu encontro com o premier israelense, Benjamin Netanyahu, deixou um país abalado maravilhado — e, para algumas solteiras, intrigadas. Yaniv se encontrou com o premier israelense, Benjamin Netanyahu AFP Após o episódio com a FlyDubai, as israelenses estão vendo os encanadores sob uma nova perspectiva. "Eu quero um encanador, querido", disse ao "NY Post" Chaya Lev, natural de Pasadena (Califórnia, EU) e residente em Israel há uma década. "Eles não têm medo de nada, estou obcecada, esse é o homem que eu quero. Trata-se de ser um homem que sabe assumir o controle na hora certa", emendou ela. "Quem não quer um homem que consegue invadir a cabine e salvar o avião depois de assistir a um programa de TV? É sexy!", exclamou ela. Americana Chaya Lev, que vive em Israel, empolgou-se com Yaniv Hayoun: 'Trata-se de ser um homem que sabe assumir o controle na hora certa' Reprodução Mas, para a californiana que agora chama Israel de lar, é "mais do que ser encanador: você precisa ser um macho alfa que sabe a hora de agir e a hora de recuar". "Os israelenses são simplesmente feitos de um jeito diferente", declarou ela. "Encanadores são atraentes, homens israelenses são atraentes", disse a americana-israelense Sivan Hadari ao "NY Post". Outras mulheres de Israel disseram aguardar a criação de um calendário com encanadores, que é comum em outros países. Por outro lado, o copiloto, identificado como Hamam al-Hammami, de 29 anos, costumava fazer postagens na web defendendo a violência contra as mulheres e expressando ódio por judeus e homossexuais. Em uma interação com uma mulher, Hamam escreveu: "Eu pisaria na sua cabeça, esfregaria o chão com você, faria de você um exemplo para as outras e depois me divorciaria de você".
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