Empresários são presos por desviar armas de lojas para abastecer organizações criminosas no ES e RJ
Destaques20/10/2026 às 10:15
]]> Empresários são presos por desviar armas; 118 armas e 4 mil munições foram apreendidas Três pessoas, incluindo dois empresários, foram presas nesta terça-feira (20) suspeitas de participar de um esquema de desvio de armas e munições de lojas para abastecer organizações criminosas no Espírito Santo e no Rio de Janeiro. Durante a operação, a Polícia Civil também apreendeu 118 armas e mais de 4 mil munições. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em nove lojas: cinco na Grande Vitória, uma em Castelo, no Sul do Espírito Santo, e três no Rio de Janeiro. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Segundo a investigação, o grupo utilizava documentos falsos para viabilizar a compra irregular de armamentos. Com as fraudes, pessoas com antecedentes criminais eram usadas para adquirir dez ou mais armas, incluindo fuzis, além de milhares de munições. "Documentos falsos foram confeccionados e apresentados a essas lojas, que diziam desconhecer a natureza da fraude", afirmou o delegado Guilherme Eugênio Rodrigues. LEIA TAMBÉM: NA CABEÇA: Aluna agride colega com martelo em sala de aula após briga por causa de gloss BR-101: Chefe do CV na BA troca tiros com a PRF durante abordagem e é preso no ES ASSÉDIO: Estudante de medicina do ES é detido após tirar fotos de colega nua em vestiário no RJ Empresários são presos por desviar armas de lojas para abastecer organizações criminosas no ES e RJ Divulgação/Polícia Civil Três presos As prisões aconteceram em Cariacica, na Grande Vitória. Em Campo Grande, Luciano dos Santos Freitas, de 60 anos, foi preso em flagrante por falsidade ideológica e comércio ilegal de armas e munições. Já em Vila Merlo, Israel Rufino dos Santos, de 49 anos, apontado como dono de uma loja, e o funcionário Arlenn Carvalho Muzzi, de 43 anos, foram autuados pelos mesmos crimes. O estabelecimento também funcionava como centro de treinamento tático. De acordo com o delegado Guilherme Eugênio Rodrigues, em uma das lojas investigadas, todas as munições importadas compradas foram vendidas sem emissão de nota fiscal. As defesas dos suspeitos presos não foram localizadas. Investigados desde 2024 A investigação teve início em dezembro de 2024,…
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