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Empresa responsável pela maior parte da frota de ônibus de Macapá paralisa atividades pela 3ª vez

Destaques 16/10/2026 às 16:28
Empresa responsável pela maior parte da frota de ônibus de Macapá paralisa atividades pela 3ª vez
]]> Rodoviários da empresa Nova Macapá estão de greve Reprodução Pela terceira vez em menos de dois meses, funcionários da empresa Nova Macapá, responsável por grande parte do transporte público da capital, entraram em greve. Durante a manhã desta sexta-feira (16), apenas 13 dos 47 ônibus da frota estavam em circulação, e os passageiros enfrentaram dificuldades para se deslocar. O Sindicato dos Rodoviários denuncia atrasos no pagamento dos salários e do vale-alimentação. Outras duas paralisações já haviam sido realizadas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp A primeira ocorreu em 10 de setembro e durou pouco mais de 24 horas. A segunda foi registrada em 8 de outubro, quando um acordo foi firmado com prazo de cumprimento até o dia 14 deste mês. Segundo o sindicato, porém, o compromisso não foi cumprido. A entidade que representa os trabalhadores afirma que o vale-alimentação, no valor de pouco mais de R$ 700, continua atrasado. Já os salários foram regularizados apenas na quinta-feira (15). Parte dos trabalhadores em greve esteve reunida na manhã desta sexta-feira em frente à sede da empresa Nova Macapá, em protesto. De acordo com o sindicato, pelo menos 50 motoristas aderiram à paralisação. Algumas localidades mais afastadas ficaram sem atendimento. Usuários do transporte público relataram espera superior a uma hora nos pontos de ônibus. O sindicato informou que ainda não há previsão para o encerramento da greve. "Ontem [quinta-feira] entramos em greve em razão do descumprimento do acordo firmado com a empresa. Ela tinha que pagar os trabalhadores do RH, da manutenção, o vale-alimentação e o retroativo do benefício referente ao mês de junho, mas isso não foi feito", lamentou Max Delis, presidente do sindicato. Além disso, Delis afirma que trabalhadores saem de férias e não recebem os salários. Em outros casos, funcionários que saíram da empresa há meses ainda não receberam suas rescisões contratuais. LEIA MAIS: Operação da PF investiga esquema de falsificação de diplomas universitários no Amapá e no Pará Suspeito de liderar célula de facção do RJ no AP morre em confronto com a polícia em Macapá Em nota, a Prefeitura de Macapá, por meio da…
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