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Em processo sobre megaoperação, MPRJ pede condenação de 15 e absolvição de cadeirante denunciado como soldado armado

Destaques 31/10/2026 às 09:00
Em processo sobre megaoperação, MPRJ pede condenação de 15 e absolvição de cadeirante denunciado como soldado armado
]]> Em um processo contra parte dos acusados e presos na Megaoperação Contenção, que completou 1 ano na quarta-feira, o Ministério Público pediu a condenação de 15 pessoas ligadas ao Comando Vermelho na Penha e no Alemão. O MP pediu ainda a absolvição de um réu cadeirante e paraplégico que foi indiciado pela Polícia Civil e denunciado pelo Ministério Público como soldado armado do tráfico de drogas. Os 51 réus na Justiça após a denúncia do Ministério Público foram divididos em três processos diferentes: um com 16 pessoas, outro com 33 denunciados que estão foragidos ou não foram citados pela Justiça e um terceiro, com apenas dois réus. Um outro réu morreu e teve a punibilidade extinta. No dia 5 de outubro, a promotora Juliana Pompeu, da 42ª Vara Criminal, pediu a condenação de 15 réus, por diferentes crimes: André Felipe Mendes da Silva, o "Ceguinho" soldado do tráfico Carlos Alexandre Siqueira Pinto, o "Alex Macarrão", soldado do tráfico Daniel Afonso de Andrade, o "Danado", soldado do tráfico Davi da Silva Candido, soldado do tráfico Fabrício Dias Correia, o "Pelezinho", soldado do tráfico de drogas na Penha Fagner Campos Marinho, o "Bafo", soldado do tráfico e integrante da segurança de Doca Henrique Wesley Braga Neves, o "Rick", soldado do tráfico responsável por patrulhamento João Vitor Machado, o "Dilma", responsável pela segurança da casa de Doca Nikolas Fernandes Soares, o "Hurley", soldado do tráfico responsável por patrulhamento Pedro Paulo Guedes, o "Pedro Bala", chefe executivo do tráfico na Penha Rosimaria Victor de Souza, por prestar auxílio e suporte logístico para o tráfico na Penha Thiago Barbosa Conrado, o "TH do Rasta" Vagner Rodrigues de Freitas, o "Malvadão", com anotações por homicídio e roubo Vinicius de Almeida Silva, soldado do tráfico na contenção armada e vigilância Walmir Oliveira Santos, soldado do tráfico e contenção armada na Penha O que aconteceu um ano após megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha com 122 mortos Todos respondem por associação ao tráfico majorada, por crimes cometidos próximos a estabelecimentos de ensino, com emprego de arma de fogo e visando atingir crianças ou adolescentes. Um dos réus também responde pelo…
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