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Eleitores dos EUA demonstram pessimismo em relação à economia às vésperas das eleições

Destaques 02/11/2026 às 11:54
Eleitores dos EUA demonstram pessimismo em relação à economia às vésperas das eleições
]]> O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de um comício de campanha para as eleições de meio de mandato no Five Flags Center em Dubuque, Iowa, EUA, em 1º de novembro de 2026 REUTERS/Evan Vucci Na véspera das eleições que decidirão se o Partido Republicano, do presidente Donald Trump, manterá o controle do Congresso, a atenção dos eleitores está voltada para a economia. Os preços elevados são uma das principais preocupações, e muitos americanos atribuem a inflação persistente às políticas do presidente, especialmente às tarifas comerciais e à guerra com o Irã. Em resumo, os norte-americanos estão insatisfeitos. Os números, no entanto, contam uma história mais complexa. Do lado positivo, a taxa de desemprego permanece historicamente baixa, há mais pessoas empregadas do que nunca e o crescimento econômico é sólido. Além disso, o aumento dos investimentos em inteligência artificial (IA) impulsionou o mercado de ações — pelo menos até recentemente —, elevando o valor das reservas financeiras para a aposentadoria de milhões de pessoas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ACOMPANHE: as últimas notícias sobre as midterms MAPAS vão mostrar resultados em tempo real Na contramão desse cenário está a inflação. Embora esteja longe dos níveis registrados há alguns anos, ela continua elevada e afeta o orçamento das famílias. Os consumidores sentem o impacto no bolso ao abastecer o carro, pagar as contas de serviços públicos ou pedir uma refeição. Trump não está na cédula eleitoral de 3 de novembro, mas os eleitores levam em conta o desempenho econômico de seu governo ao se dirigirem às urnas. O clima é de ceticismo, quando não de puro descontentamento. Agora no g1 Pessimismo na economia Pesquisas com consumidores mostram que o sentimento em relação à economia piorou de maneira geral desde o início do segundo mandato de Trump, em janeiro de 2025. Há, porém, diferenças entre os indicadores: um dos principais índices de confiança, divulgado pelo Conference Board, registrou melhora em outubro, enquanto o indicador da Universidade de Michigan atingiu um dos níveis mais baixos de sua história. Um dos fatores que sustentam uma visão mais positiva da…
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