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Eleições nos EUA: democratas conquistam maioria da Câmara e do Senado, impõem derrota a Trump e assumem controle do Congresso

Destaques 04/11/2026 às 06:24
Eleições nos EUA: democratas conquistam maioria da Câmara e do Senado, impõem derrota a Trump e assumem controle do Congresso
]]> Donald Trump em 2 de novembro de 2026 Umit Bektas/Reuters O Partido Democrata conquistou na madrugada desta quarta-feira (4) a maioria das cadeiras na Câmara dos Deputados dos EUA após levar o Senado. O resultado configura uma derrota histórica para o presidente republicano Donald Trump em meio às eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas como midterms. Agora, o partido possui as duas Casas do Congresso americano. ACOMPANHE: as últimas notícias sobre as midterms MAPAS mostram resultados em tempo real Os democratas conseguiram "virar" 25 cadeiras que estavam sob o controle dos republicanos em distritos dos seguintes estados: Califórnia Colorado Iowa Kentucky Missouri Carolina do Norte Nebraska Nova Jersey Ohaio Pensilvânia Virgínia. As eleições devem alterar drasticamente o equilíbrio de poder em Washington, já que o partido de Donald Trump deve perder também o Controle da Câmara dos Representantes, segundo projeções. Antes da eleição, os republicanos tinham maioria nas duas Casas. 📊 Até a última atualização desta reportagem, os resultados para a Câmara estavam da seguinte forma: 🔵 Democratas: 219 🔴 Republicanos: 126 Aguardando resultado: 90 👉 Toda a Câmara dos Deputados americana é renovada a cada dois anos. Como existem 435 cadeiras na Casa, um partido precisa conquistar pelo menos 218 assentos para obter a maioria absoluta. No Senado, onde os democratas também obtiveram maioria, havia 35 cadeiras em disputa das 100 no total. Disputa pela Câmara dos EUA AP Vitória democrata em estados conservadores Em uma surpreendente dupla vitória democrata em dois dos estados mais conservadores do país, James Talarico derrotou Ken Paxton no Texas, e Annie Andrews obteve uma vitória inesperada sobre Darline Graham na Carolina do Sul, colocando em risco o controle republicano do Senado dos EUA. Os resultados históricos representaram uma extraordinária rejeição a Trump, que havia colocado todo o seu peso político a serviço dos candidatos derrotados. Trump havia apoiado Ken Paxton, o procurador-geral do Texas envolvido em diversos escândalos, contra o senador John Cornyn nas primárias republicanas do Estado. Cornyn e lideranças republicanas nacionais haviam…
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