Eleições em Israel: urnas são fechadas, e pesquisas de boca de urna indicam impasse
Destaques27/10/2026 às 20:02
]]> Benjamin Netanyahu e Gadi Eisenkot Yonatan Sindel/Pool via REUTERS e REUTERS/Shir Torem As urnas fecharam em Israel, que teve suas primeiras eleições gerais no país desde o início da guerra na Faixa de Gaza nesta terça-feira (27). Segundo as pesquisas de boca de urna divulgadas pelas principais redes de televisão, o pleito terminou com um aparente impasse. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp SANDRA COHEN: Eleição em Israel equivale a julgamento popular de Netanyahu Os levantamentos indicam que nem o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nem seu principal adversário, Gadi Eisenkot, devem conquistar maioria no Parlamento, ou 61 das 120 cadeiras. O bloco de oposição lidera por uma margem estreita, conquistando entre 52 e 53 das vagas A coalizão governista de Netanyahu, por sua vez, teria obtido 50 acentos. Dois partidos árabes israelenses poderiam conquistar um número recorde de cadeiras: 17 ou 18, segundo as mesmas pesquisas. O partido Ra'am (Lista Árabe Unida, de orientação islâmica moderada), liderado por Mansur Abbas, deverá obter sete cadeiras, A Lista Unificada de (extrema esquerda) conquistaria dez ou 11 assentos. O resultado pode favorecer Netanyahu e permitir que ele permaneça no poder como chefe de um governo interino enquanto os partidos tentam formar uma coalizão. A apuração final pode levar dias, e a fragmentação política do país dá às legendas menores um papel decisivo na formação de uma maioria. Com a popularidade em baixa e alvo de processos na Justiça israelense e um de mandado de prisão internacional, Netanyahu tenta se reeleger. No entanto, chega às eleições em desvantagem e corre o risco de perder o posto, embora nenhum outro partido mostre força suficiente para tomar o cargo. ➡️Os israelenses foram às urnas nesta terça para eleger os 120 deputados que compõem o Knesset, como é chamado o Parlamento israelense. Em Israel, um partido precisa ocupar pelo menos 61 assentos na Casa para obter maioria e, então, indicar quem será o primeiro-ministro. Nenhum partido alcançou a bancada e, por isso, a formação de coalizões é necessária para governar o país. Agora no g1 A votação registrou participação recorde e foi a primeira…
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