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Eleições 2026: número de candidatas cai na região de Ribeirão Preto, SP

Destaques 04/10/2026 às 05:30
Eleições 2026: número de candidatas cai na região de Ribeirão Preto, SP
]]> Eleições 2026: número de candidatas cai na região de Ribeirão Preto, SP O número de mulheres candidatas nas eleições de 2026 caiu na região de Ribeirão Preto (SP), em comparação com o pleito de 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos 46 candidatos a deputado federal na região, apenas nove são mulheres, o equivalente a cerca de 20% do total. Já entre os 88 candidatos a deputado estadual, 32 são mulheres, o que representa aproximadamente 36%. Em comparação com as eleições de 2022, houve uma queda de 7% no número de candidatas a deputada federal e de 3% entre as concorrentes ao cargo de deputada estadual. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Para Flávia Pérez, presidente da Comissão das Mulheres Advogadas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a baixa representatividade feminina nas candidaturas é resultado de uma questão histórica. "As mulheres, na verdade, são vistas ainda como se não fossem suficientemente capazes para exercer cargos e ocupar espaços de poder e aí a gente tem um número baixo dessas candidaturas", afirma. Cartório Eleitoral faz últimas checagens antes do início da apuração em Ribeirão Preto Érico Andrade/g1 Cotas para mulheres na política A legislação eleitoral brasileira prevê cotas de gênero para candidaturas desde 1995. Inicialmente, o percentual mínimo era de 20%, mas foi ampliado para 30% em 1997. Atualmente, os partidos devem reservar pelo menos 30% das candidaturas de cada gênero nas eleições proporcionais. Flávia explica que, apesar da previsão legal, a cota mínima ainda representa um desafio para ampliar a participação feminina na política. "Desde 1995, nós temos a lei que instituiu um percentual mínimo para que as mulheres tivessem que ser pelo menos 20% das candidatas aos cargos dentro das eleições. E, em 1997, esse percentual alterou para 30%. Então, hoje nós temos esse piso e que, na verdade, é tido como um teto, essa é a grande dificuldade", diz. Segundo a advogada, a exigência de um percentual mínimo de candidaturas não garante que as mulheres consigam ocupar cargos eletivos. "Essa (lei) garante que elas vão se candidatar, mas não que elas vão ser eleitas. Então, a gente…
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