Eleição em Israel tem impasse sobre maioria — 4 cenários possíveis para o futuro do país
Destaques29/10/2026 às 11:54
]]> Bloco de Netanyahu lidera apuração em Israel, mas não atinge maioria no Parlamento Israel parece estar vivendo um impasse político. Com mais de 85% dos votos apurados após as eleições de terça-feira (27/10), nem a coligação do atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, nem o bloco do seu principal adversário, Gadi Eisenkot, parecem estar no rumo de conseguir uma maioria no Parlamento. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Para formar um governo, parece provável que um dos principais partidos terá que quebrar suas promessas de campanha. Isso significa que o resultado mais provável pode muito bem ser a realização de novas eleições. Aqui estão quatro cenários possíveis. Governo de unidade nacional liderado por Netanyahu Coligação liderada por Eisenkot com partidos árabes Maioria liderada por Netanyahu, com direitistas da oposição Novas eleições 1. Governo de unidade nacional liderado por Netanyahu Será que Netanyahu conseguiria persuadir Eisenkot a se juntar a ele em um governo de unidade nacional? Para isso, Eisenkot teria que abandonar sua principal plataforma. Ele se apresenta como a única alternativa a Netanyahu e construiu sua campanha em torno da ideia de destituí-lo do poder. Na noite passada, ele subiu ao palco em seu quartel-general de campanha e pediu a Netanyahu que "anunciasse sua aposentadoria da vida política hoje", dizendo à multidão que os israelenses estão fartos da "cultura de mentiras", da "divisão e da incitação" de Netanyahu. Mas isso foi antes de uma das principais pesquisas de boca de urna — que inicialmente previa uma vantagem para o bloco de Eisenkot — ser revisada, e ele ser ultrapassado por Netanyahu. Nem Gadi Eisenkot (à esquerda) nem Benjamin Netanyahu (à direita) devem conquistar cadeiras suficientes para formar uma maioria. AFP/Getty Images via BBC Netanyahu poderia tentar persuadir o Partido Yashar de Eisenkot a se juntar ao seu Partido Likud em um governo de unidade, abandonando os partidos de extrema-direita e ultraortodoxos com os quais está atualmente em coalizão. Mas, na noite passada, na sede do Likud, ele agradeceu a seus "parceiros leais" e pediu um "governo de direita forte" — declarações que…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.