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Jovem Rio News

'Ele colocou a arma na minha cabeça e disse que ia me matar', diz dono da rede de restaurantes, vítima de tentativa de assalto na Lagoa

Rio de Janeiro 05/11/2026 às 20:08
'Ele colocou a arma na minha cabeça e disse que ia me matar', diz dono da rede de restaurantes, vítima de tentativa de assalto na Lagoa
]]> O empresário Júnior Bauru, de 34 anos, dono da rede de restaurantes Baurú, sofreu uma tentativa de assalto à mão armada na tarde desta quinta-feira, na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa, na Zona Sul do Rio. Ele dirigia um Porsche e seguia para Copacabana, onde pretendia visitar um imóvel para a abertura de uma nova unidade da rede, quando foi abordado por um homem que estava em uma motocicleta roubada. O criminoso bateu no vidro do veículo, apontou uma arma e exigiu que entregasse o relógio e o telefone. Um policial militar de folga, amigo do empresário, que estava em outro carro e seguia para almoçar com ele, presenciou a abordagem e efetuou disparos contra o assaltante. Dois tiros atingiram o suspeito, identificado como Lucas Gustavo de Jesus, de 31 anos, natural de São Paulo. Ele foi socorrido e encaminhado a um hospital. Segundo informações da polícia, o homem teria ligação com a chamada gangue do Rolex, grupo especializado em roubos de relógios de luxo que atua na capital paulista. O empresário estava em uma Porsche avaliada em mais de um milhão e com um rolex de 190 mil reais. Em entrevista ao GLOBO, Júnior contou que percebeu o risco de ser baleado quando o criminoso passou a bater com o dedo no gatilho da arma enquanto exigia seus pertences. Segundo ele, o assaltante chegou a encostar o armamento em sua cabeça e ameaçou matá-lo. — Do nada, eu vejo uma porrada no vidro. Era um motoboy sozinho, com roupa aparentemente de motoboy, mandando eu entregar o relógio e o telefone, e batendo com o dedo no gatilho. Eu me desesperei. Pensei que, a qualquer momento, se ele batesse de novo, poderia acionar o gatilho e me dar um tiro na cabeça. Quando eu estava tentando entregar, ele ficou nervoso também, porque estava quase caindo da moto. Ele colocou a arma na minha cabeça e disse: "Vou te matar, vou te matar". Eu falei: "Calma, estou te dando" — relatou. O empresário estava acompanhado de um amigo pastor no Porsche. O policial militar, que estava de folga, vinha logo atrás, em outro veículo. De acordo com Júnior, o amigo percebeu a abordagem e, quando o assaltante apontou a arma novamente, ele reagiu com os disparos. O episódio ocorreu por volta de 12h20, em…
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