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Do diagnóstico à ação: como provar a gestão do risco psicossocial

Destaques 03/11/2026 às 16:52
Do diagnóstico à ação: como provar a gestão do risco psicossocial
]]> Do diagnóstico à ação: como provar a gestão do risco psicossocial Crédito: Corpmed. Uma pesquisa pode mostrar sobrecarga, baixa autonomia, conflitos, falhas de apoio ou metas incompatíveis. O diagnóstico, porém, não reduz o risco sozinho. A gestão começa quando o achado é ligado às situações reais de trabalho, classificado, convertido em medida de prevenção e acompanhado até que sua eficácia possa ser avaliada. Desde 26 de maio de 2026, a nova redação do capítulo 1.5 da NR-1 está vigente e explicita que o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais deve abranger fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. Para a empresa, isso torna insuficiente produzir um relatório isolado de saúde mental sem conexão com inventário, plano de ação, participação dos trabalhadores e decisões sobre a organização do trabalho. O que a NR-1 exige do plano de ação O PGR deve conter, no mínimo, inventário de riscos e plano de ação. A NR-1 determina que o plano indique medidas de prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas. Também exige cronograma com responsáveis, formas de acompanhamento e aferição de resultados. A implementação e os ajustes precisam ser registrados. O acompanhamento deve verificar se as ações foram executadas e continuam aplicadas, contar com participação dos trabalhadores e da CIPA, quando houver, e levar à correção das medidas quando os dados indicarem ineficácia. Esses elementos são obrigação legal. Um dashboard, uma matriz visual ou um comitê mensal são formas possíveis de gestão, não formatos impostos pela norma. DOCUMENTO NÃO É SINÔNIMO DE EVIDÊNCIA Evidência é a trilha coerente entre risco identificado, critério de prioridade, decisão, responsável, execução, participação, resultado observado e eventual correção — não o simples volume de arquivos. Primeiro, confirme o que está sendo controlado Expressões genéricas como ‘estresse’, ‘clima ruim’ ou ‘falta de resiliência’ não orientam intervenção. O plano precisa relacionar o fator às circunstâncias do trabalho: volume e ritmo, dimensionamento de equipe, metas, jornada, pausas, autonomia, clareza de papel, suporte da liderança, comunicação, mudanças, conflitos, violência ou assédio, entre…
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