Dinheiro parado tem um custo: entenda os benefícios de investir
Destaques20/10/2026 às 03:05
]]> Guardar uma “grana” pode custar caro. A frase até parece contraditória, mas faz sentido quando o dinheiro fica parado e perde o poder de compra ao longo do tempo. Com a inflação reduzindo o valor que o recurso representa na prática, investir pode ser uma alternativa para quem quer preservar o patrimônio ou planejar objetivos de curto, médio ou longo prazo. De acordo com Bruno Sérgio Dutra, gerente da Agência Sicoob Sul, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, o dinheiro guardado tem um custo, que é a perda da capacidade de comprar os mesmos produtos, com o mesmo recurso disponível, ao final de um período. Para ele, quanto maior o tempo sem investir, menor será a representação do valor desse dinheiro no futuro. “O investimento permite a preservação do poder de compra ou, no mínimo, a diminuição dos impactos da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)”, destacou. Bruno Sérgio Dutra, gerente da Agência Sicoob Sul, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro Divulgação E, se engana quem pensa que, para investir, é necessário ter muito dinheiro sobrando. Atualmente, diversas alternativas possibilitam aplicações a partir de pequenos valores, permitindo criar, aos poucos, o hábito de destinar recursos, com objetivos definidos e prazos estabelecidos. “No Sicoob, por exemplo, é possível investir em RDC, modalidade equivalente ao CDB dos bancos, a partir de R$ 100”, destacou. “Nesta modalidade, a remuneração é superior à da poupança, com incidência regressiva de Imposto de Renda e cobertura do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) de até R$ 250 mil por CPF, dentro das regras de garantia”, completou. Para o gerente, com quase 40 anos de experiência no mercado financeiro, toda decisão de investimento deve começar na construção de uma reserva de emergência, que deve estar disponível para saque a qualquer momento, além da busca por educação financeira, fundamental para entender as opções disponíveis, avaliar riscos e tomar decisões mais conscientes. “Sempre que oriento algum associado, costumo instruir que ele tenha uma reserva de até seis vezes o custo fixo dele ou da família, antes de…
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