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Dia de Finados movimenta comércio no entorno de cemitérios em Rio Branco: 'Faturar um extra'

Destaques 02/11/2026 às 13:29
Dia de Finados movimenta comércio no entorno de cemitérios em Rio Branco: 'Faturar um extra'
]]> Dia de Finados movimenta comércio no entorno de cemitérios em Rio Branco O Dia de Finados, celebrado nesta segunda-feira (2), movimenta não apenas os cemitérios de Rio Branco, mas também o comércio montado no entorno desses espaços. No Cemitério São João Batista, o mais antigo e o maior da capital, vendedores aproveitam o aumento no fluxo de visitantes para garantir uma renda extra com a venda de flores, velas, vasos, alimentos e bebidas. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Para muitos comerciantes, a data representa uma oportunidade aguardada durante todo o ano. É o caso de Italo Pierre, de 28 anos, professor de educação física que trabalha com as vendas no Dia de Finados há 17 anos. Entre os produtos mais procurados, segundo ele, estão as velas e os vasos de flores. Por isso, a estratégia é diversificar as mercadorias para atender quem passa pelo cemitério. "Esse aqui é o meu 17º ano. Eu trabalho aqui há muitos anos, desde a época que eu era criança. A gente trabalha com tudo aqui, com flor, com jarro, com vela. Então a gente faz todo esse trabalho todos os anos", relatou. Italo Pierre, de 28 anos, é professor de educação física e trabalha com vendas no Dia de Finados há 17 anos em Rio Branco Pâmela Celina/g1 LEIA TAMBÉM: Entre figuras notáveis e pessoas comuns, cemitério mais antigo de Rio Branco guarda mais de 1 século de histórias A expectativa também é grande para Marlen Maressa, de 30 anos, professora do ensino fundamental que trabalha nas vendas durante o feriado há mais de 15 anos. Para ela, o comércio no Dia de Finados representa uma renda extra e uma oportunidade de aproveitar o grande movimento de pessoas. Além das flores e velas, ela também comercializa água mineral e outros produtos. Neste ano, começou as vendas ainda no domingo (1º), quando algumas pessoas preferiram antecipar a visita ao cemitério para evitar o movimento mais intenso do feriado. "Todo ano é uma expectativa grande. A gente sabe que é um fluxo gigante de pessoas. É para faturar uma extra, então a gente aguarda ansioso por essa data, para a pessoa vir aqui e escolher a sua flor", contou. Marlen Maressa, de 30 anos, é professora do ensino fundamental e trabalha nas vendas…
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