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Dez pontos para entender o assassinato de brigadista do Ibama morto a tiros na porta de casa no TO

Destaques 08/10/2026 às 11:52
Dez pontos para entender o assassinato de brigadista do Ibama morto a tiros na porta de casa no TO
]]> Delegado explica investigação sobre morte de brigadista do Ibama no Tocantins O brigadista do Ibama Sidiney de Oliveira Silva, foi morto a tiros na porta de casa enquanto realizava tarefas rotineiras na manhã de 15 de junho de 2024. O crime aconteceu em Formoso do Araguaia (TO) e expôs os perigos enfrentados por defensores ambientais na região da Ilha do Bananal. A conclusão do inquérito apontou um crime encomendado com motivações econômicas e passionais. O caso mobilizou órgãos ambientais federais e gerou repercussão em todo o país sobre a segurança de fiscalizadores ambientais. As investigações conduzidas pela 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi resultaram no indiciamento de três suspeitos, incluindo dois agropecuaristas e um policial militar. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Segundo a polícia, o assassinato foi planejado para conter as denúncias sobre a criação ilegal de gado em área de proteção ambiental, além de envolver desavenças pessoais. Com a entrega do relatório final ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, o processo segue para as etapas de responsabilização criminal dos envolvidos. Veja abaixo os principais para entender o assassinato do brigadista. Sidney Silva foi morto a tiros na porta de casa em Formoso do Araguaia Arquivo Pessoal/Cleide Oliveira 1 - Quem era o brigadista e qual era a sua atuação no Ibama? Sidiney de Oliveira Silva tinha 44 anos, era casado e pai de três filhos. Ele atuava como brigadista experiente contratado pelo Prevfogo, programa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Reconhecido por seu conhecimento geográfico da região, Sidiney combatia incêndios florestais e atuava na fiscalização ambiental na Ilha do Bananal e no Parque Nacional do Araguaia. Ele também presidia a Associação de Brigadistas da Brigada Federal (Brif) Nordeste e prestava apoio logístico a ações de proteção indígena na região. 2 - Como e onde ocorreu o assassinato do ambientalista? O crime aconteceu por volta das 7h do dia 15 de junho de 2024, no centro de…
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