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Deputado acusado por advogado de racismo foi processado por chamar fiscal de 'preto safado'

Destaques 24/10/2026 às 09:00
Deputado acusado por advogado de racismo foi processado por chamar fiscal de 'preto safado'
]]> Advogado acusa deputado estadual de racismo após invasão na UFRR e cobra investigação O deputado estadual Marcinho Belota (PL), acusado por um advogado de Boa Vista de cometer racismo, também respondeu a um processo criminal por chamar um fiscal da Vigilância Sanitária de "preto safado", em Boa Vista. Nesse caso do fiscal, ele fez um acordo com a Justiça e pagou indenização à vítima (entenda abaixo). Marcinho Belota (PL) é investigado pela Polícia Federal por suspeita de invadir a Universidade Federal de Roraima (UFRR) e destruir materiais de estudantes do curso de Direito. Após o episódio, o advogado Yano Rodrigues, de 25 anos, registrou um boletim de ocorrência contra o deputado por racismo. Yano afirma que um vídeo publicado por Belota ridiculariza o cabelo black power e pede que o caso seja investigado como injúria racial. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Sobre o caso do fiscal, g1 procurou Belota, mas não recebeu resposta até a última atualização. Yano registrou um boletim de ocorrência contra Belota após o deputado publicar no Instagram um vídeo que, segundo o advogado, ridiculariza o cabelo black power dele Arquivo Em relação à denúncia feita pelo advogado, ele disse que repudia qualquer forma de racismo, preconceito ou discriminação. "O respeito à dignidade humana sempre foi e continuará sendo um princípio fundamental da minha conduta pessoal e pública." (Leia a nota na íntegra ao final). 'Preto safado' O caso em que Belota chamou o fiscal de "preto safado" ocorreu em 2015 e foi investigado como injúria racial no 1º Distrito Policial, em Boa Vista. Ele ainda não era deputado. À época, ele era dono um restaurante de sushi no Centro da capital. Em 6 de fevereiro de 2014, o estabelecimento foi multado em R$ 1,5 mil por três servidores da Vigilância Sanitária municipal por descumprir normas de higiene. Entre as irregularidades apontadas estavam a falta de alvará, lixeiras inadequadas, alimentos sem identificação e armazenamento incorreto. A Vigilância Sanitária também exigiu um certificado de controle de pragas. O prazo para regularizar a situação era de cinco dias. Belota assinou o termo e confirmou estar ciente das exigências.…
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