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'Dei pisões nele', disse pai do menino Gustavo durante novo depoimento à Polícia Civil; assista

Destaques 29/10/2026 às 12:26
'Dei pisões nele', disse pai do menino Gustavo durante novo depoimento à Polícia Civil; assista
]]> Em novos depoimentos pai confessa agressões e madrasta relata noite da morte de Gustavo Durante novo depoimento à Polícia Civil, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, pai do menino Gustavo Velozo, confessou que deu pisões e chutes no filho. O menino morreu após ser levado para passar um fim de semana na casa do pai, na região norte de Palmas. "Quando eu chacoalhei ele, ele bateu a cabeça na parede, e aí eu joguei ele pra frente e dei pisões nele, nas costas dele e na barriga. Então, por aquela questão da barriga dele ser grande, ele já tinha problemas, não tenho dúvidas. Então, ali eu acho que houve aquele problema no intestino. Então, eu o chutei", afirmou o advogado em depoimento ao qual a TV Anhanguera teve acesso. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O menino Gustavo foi encontrado morto no dia 2 de agosto de 2026. O pai e a madrasta, Kathellen Moreira da Silva, foram indiciados pela polícia e estão presos preventivamente. A Justiça aceitou denúncia e eles viraram réus pela morte da criança. A defesa de Igor Veloso afirmou que tudo será esclarecido nos autos. A defesa de Kathellen Moreira foi procurada pela TV Anhanguera, mas não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. LEIA MAIS Pai e madrasta são indiciados pela morte do menino Gustavo; veja os crimes Caso Gustavo: pai e madrasta viram réus pela morte de menino agredido até a morte no TO Gustavo Veloso Feitosa de 3 anos foi encontrado morto em Palmas Reprodução/TV Anhanguera A perícia apontou que Gustavo morreu em decorrência de hemorragia interna provocada por lesões graves em várias partes do corpo. O exame identificou hematomas na cabeça e no intestino, além de laceração anal. Segundo o laudo dos legistas, houve violência sexual. Durante o depoimento, Igor confessou que espancou o menino na área da casa. Ele contou que se irritou ao encontrar a criança na piscina sem autorização, onde o menino supostamente quase se afogou. O advogado nega que tenha praticado violência sexual. "Essas lesões foram dos chutes que eu dei, e eu não vou assumir uma coisa que eu não fiz." Madrasta também prestou depoimento Os novos depoimentos ocorreram antes do indiciamento do…
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