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Deficiente auditivo encontrado morto por vizinha no Paraná foi assassinado por amigo, conclui polícia

Destaques 09/10/2026 às 16:55
Deficiente auditivo encontrado morto por vizinha no Paraná foi assassinado por amigo, conclui polícia
]]> Polícia Civil prende suspeito de matar dono de espaço de festas em Londrina André Martins, de 43 anos, foi morto pelo amigo Tiago Diniz de Oliveira, de 21 anos, de acordo com a investigação da Polícia Civil (PC-PR). O corpo da vítima foi encontrado por uma vizinha, que achou estranho o portão da casa estar aberto. O g1 tenta localizar a defesa do suspeito, que está preso temporariamente. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, na madrugada do dia 21 de setembro. André era deficiente auditivo e morava em um espaço que também era alugado para eventos. A polícia apurou que Tiago foi ao local e discutiu com a vítima, que havia questionado ele sobre o sumiço de alguns objetos da casa. O suspeito, então, atingiu André diversas vezes com uma pedra usada para impedir que a porta fechasse. Momento em que o suspeito aparece na sala do imóvel após o homicídio. Reprodução Em depoimento, o homem confessou a agressão e disse que havia consumido drogas antes do homicídio. O delegado Bruno Almeida informou que Tiago alegou não lembrar de tudo que aconteceu. Entre as provas colhidas está a imagem interna de uma câmera de segurança da madrugada do crime. No arquivo, Tiago passa pela sala e canta. A polícia acredita que a cena ocorreu após o homicídio. Veja acima. Para o delegado, ele deve responder pelos crimes de homicídio e fraude processual — por ter quebrado outra câmera que monitorava a casa. Vítima tinha boa relação com vizinhos A vizinha que encontrou o corpo de André conversou com a RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, no dia 23 de setembro. Ela, que preferiu não se identificar, contou que tinha uma boa relação com o homem porque sempre se ajudavam. Durante aquela manhã, ela ouviu o portão bater diversas vezes por não estar trancado. Entretanto, não viu André na calçada fazendo alguma atividade, como era de costume. Por isso, resolveu chamá-lo. Casa em que corpo foi encontrado, em Londrina. Rogério Pinheiro/RPC "Coloquei a cara ali, não vi movimento, vi que o carro do André estava em um lugar que não costumava ficar. Chamei ele: 'André, André'. Quando cheguei lá perto, vi uma marca no chão que, para mim, era barro,…
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