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Defesa tenta reverter condenação de auditor da Sefaz acusado de importunação sexual em Roraima

Destaques 29/10/2026 às 16:17
Defesa tenta reverter condenação de auditor da Sefaz acusado de importunação sexual em Roraima
]]> Jorge Henrique Teixeira Verde é auditor fiscal da Sefaz e ex-candidato a deputado estadual e vereador em Roraima. Reprodução/Redes sociais A defesa do auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Jorge Henrique Teixeira Verde, de 48 anos, recorreu à Justiça para reverter a condenação dele por importunação sexual contra uma mulher, de 41, em Boa Vista. No mesmo processo, o Ministério Público (MP) pediu que o crime seja classificado como estupro e que a indenização à vítima suba para R$ 30 mil, quase o dobro dos R$ 16 mil que ele havia sido condenado a pagar inicialmente. O crime ocorreu na madrugada de 22 de fevereiro de 2025, quando a vítima e amigas saírem de um restaurante na Avenida Ville Roy, zona Leste da capital. Jorge Henrique pediu carona e entrou no carro da vítima. Durante o trajeto, com o veículo parado, ele tentou forçá-la a praticar atos sexuais. A vítima relatou que foi puxada pelos cabelos, que o auditor abaixou as calças, passou as mãos no corpo dela e a mordeu no braço. Em nota, a defesa de Jorge Henrique reforçou o pedido de reversão da condenação do auditor. Os advogados argumentam que a primeira instância descartou o crime de estupro por falta de provas e que o mesmo entendimento deve valer para a acusação de importunação sexual. Em março de 2026, Jorge Henrique foi condenado em primeira instância a dois anos de prisão. A pena foi substituída por prestação de serviços comunitários e pagamento de 10 salários mínimos. A defesa também reafirmou a inocência do servidor do estado, disse não há provas suficientes para uma condenação e Jorge confia no julgamento imparcial do Tribunal de Justiça. Inicialmente, o MP denunciou Jorge Henrique por estupro. Porém, o juiz Marcelo Mazur, da Vara de Crimes Contra Vulneráveis, entendeu que não houve comprovação de violência física extrema ou grave ameaça. Com isso, a acusação mudou, ele foi condenado por importunação sexual. O processo está agora na Câmara Criminal do TJRR, com o relator desembargador Jésus Rodrigues do Nascimento. Os desembargadores vão julgar os dois recursos e definir se mantêm a condenação por importunação sexual, se absolvem o auditor ou se aumentam a pena para estupro.…
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