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Debate da Band: acusações e embate sobre escândalos ofuscam propostas no primeiro embate entre Flávio e Lula

Rio de Janeiro 18/10/2026 às 23:32
Debate da Band: acusações e embate sobre escândalos ofuscam propostas no primeiro embate entre Flávio e Lula
]]> O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) participaram na noite deste domingo, na Band, do primeiro debate desde o início da campanha. Repleto de ataques mútuos, o encontro teve diversos momentos de gritaria da plateia que exigiram intervenção dos apresentadores. Não detalhou 'tesouraço': Na TV Globo, Flávio Bolsonaro nega reversão do fim da 6x1 e Eduardo como chanceler, mas é evasivo sobre cargo para o pai Lula chamou Flávio de "miliciano" mais de uma vez. O senador, por sua vez, chegou a dizer que tomaria cuidado com a carteira por estar perto do presidente. No início do confronto entre os dois, o petista perguntou ao filho de Jair Bolsonaro o que ele tem "contra as mulheres", com base no voto que o ex-deputado estadual do Rio deu contra a ampliação da licença maternidade. Flávio, em vez de responder, perguntou se Lula conhecia Roberta Luchsinger, lobista investigada junto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Segundo o candidato à reeleição, ela é "assunto da Polícia Federal", mas o adversário seguiu na pauta, e o presidente disse que, ao contrário de Jair Bolsonaro, não protegeria o próprio filho. Ao manter o debate na seara dos escândalos, o petista trouxe à tona o caso Master, no qual Flávio é investigado, e perguntou mais de uma vez onde foram parar os R$ 134 milhões pagos pelo banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a cinebiografia de Bolsonaro. Chegou a mencionar os "bacanais" revelados a partir das apurações da Polícia Federal sobre o banco. Flávio retomou uma narrativa clássica antipetista, a de que os eleitores nos presídios votaram em massa em Lula há quatro anos. O presidente se saiu com o argumento de que Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado, agora também poderia votar nele. Na linha de escapar das perguntas, o candidato do PL foi questionado mais de uma vez sobre por que advogou para o assassino de uma criança de cinco anos, mas disse apenas para Lula "não criminalizar a advocacia". Outro foco de confronto, no âmbito do qual Flávio também evitou responder, foi a situação social da Argentina de Javier Milei, que chegou a participar do lançamento da candidatura à…
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