← Voltar ao portal
Jovem Rio News

De terapias genéticas a células 'zumbis': as apostas da ciência contra o envelhecimento

Destaques 14/10/2026 às 03:00
De terapias genéticas a células 'zumbis': as apostas da ciência contra o envelhecimento
]]> Código da Vida: a busca pela imortalidade O sonho de retardar o envelhecimento mobiliza cientistas, investidores e empresários ao redor do mundo. Entre as estratégias mais promissoras estudadas atualmente estão terapias genéticas capazes de corrigir falhas no DNA e tratamentos voltados para eliminar as chamadas células senescentes, conhecidas popularmente como células "zumbis". Embora muitas dessas pesquisas ainda estejam em fase experimental, especialistas acreditam que elas podem transformar a medicina nas próximas décadas. Uma das frentes de investigação busca entender por que o organismo envelhece e como esse processo pode ser desacelerado. Segundo pesquisadores, dois dos principais focos atuais são as mitocôndrias, estruturas responsáveis pela produção de energia das células, e as células senescentes, que deixam de funcionar adequadamente e se acumulam nos tecidos com o passar dos anos. Essas células não morrem como deveriam e podem contribuir para inflamações e doenças associadas à idade. Os estudos recebem atenção crescente de investidores da área de tecnologia. Institutos financiados por milionários do Vale do Silício apostam que compreender melhor esses mecanismos poderá abrir caminho para tratamentos capazes de prolongar a vida saudável e reduzir os efeitos do envelhecimento. De terapias genéticas a células 'zumbis': as apostas da ciência contra o envelhecimento Reprodução/TV Globo Corrigir erros no DNA Outra aposta da ciência está na edição genética. Pesquisadores trabalham em técnicas capazes de modificar com precisão partes específicas do DNA, corrigindo mutações responsáveis por doenças hereditárias. Um dos métodos mais estudados atualmente é a chamada edição de base, que permite alterar uma única "letra" do código genético. A tecnologia já vem sendo testada em doenças raras e pode futuramente ser aplicada a diferentes condições causadas por alterações genéticas. Nos Estados Unidos, cientistas investigam o uso dessa estratégia para tratar doenças hereditárias que levam à perda da visão. A expectativa é que, no futuro, uma única aplicação possa corrigir o defeito genético diretamente nas células afetadas. De terapias genéticas a células…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial