De sede administrativa a referência em indústria e mercado imobiliário: as transformações econômicas de Goiânia ao longo dos seus 93 anos
Destaques24/10/2026 às 06:00
]]> Veja as transformações econômicas de Goiânia ao longo dos seus 93 anos De uma cidade planejada para menos de 50 mil habitantes e focada em ser a nova sede político-administrativa de Goiás até uma capital com economia pujante e diversificada, com uma população estimada pelo IBGE em 1,5 milhão de pessoas. A trajetória de Goiânia ao longo de seus 93 anos de existência envolveu transformações socioeconômicas significativas até se tornar referência na indústria e no mercado imobiliário, entre outras área. Para entendê-las, o g1 ouviu especialistas e também moradores, que avaliam os caminhos percorridos até aqui. Adriana Sousa, presidente do Conselho Regional de Economia de Goiás (Corecon-GO), faz um resumo do que aconteceu durante as nove décadas de existência da capital, que faz aniversário neste sábado (24). Ela explica que, no início, a construção da cidade, a instalação da administração pública e o comércio foram os principais motores econômicos de Goiânia. “Depois, a construção de Brasília, a expansão das rodovias que cortam o Centro-Oeste e a diversificação e expansão da agropecuária acabaram atraindo para Goiânia muitas outras empresas e investimentos para atender a essa região”, explicou a economista. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram as múltiplas vocações econômicas que a cidade adquiriu e desmistificam a ideia de que o seu Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços finais da capital, se limita ao agronegócio. Viaduto na cidade de Goiânia, em Goiás Guilherme Alves/O Popular De acordo com a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do segundo trimestre de 2026, a população ocupada da capital está distribuída pelos seguintes grupos profissionais: Trabalhadores de serviços, vendedores de comércio e mercado: 24% De ciências e intelectuais (ex: professores): 18,3% Técnicos e profissionais do ensino médio: 12% Trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas: 11,7% Ocupações elementares (ex: domésticos, coletores de lixo etc): 9,8% Estação Ferroviária de Goiânia, na Praça do Trabalhador, em…
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