De sebo que resistiu a enchentes à origem do Bahamas: conheça o comércio da Avenida Ibitiguaia, em Juiz de Fora
Destaques30/10/2026 às 13:41
]]> Avenida Ibitiguaia no bairro Santa Luzia, em Juiz de Fora Arquivo/TV Integração Em Juiz de Fora, comércio e serviços concentram 78,9% dos empregos formais. Para além das relações de compra e consumo, os setores forjam relações de pertencimento e resiliência. Este é o caso da avenida Ibitiguaia, no bairro Santa Luzia, na Zona Sul da cidade, onde o potencial econômico se mistura à construção de memórias por meio de histórias de amizade e superação. É nesta avenida que Renato Ribeiro abriu um sebo, que Patrícia Ribeiro fundou um salão de beleza e que Jovino Campos e Paulo Roberto Lopes estabeleceram uma unidade do Grupo Bahamas. A partir dessas iniciativas e de outros empresários, o comércio e os serviços se tornaram parte da identidade local. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp De acordo com levantamento realizado pela Prefeitura de Juiz de Fora, 257 estabelecimentos comerciais e de serviços estão registrados na avenida Ibitiguaia. A maior parte deles (34) é vinculada à alimentação fora do lar. Em seguida, estão as categorias de transporte, estacionamento e logística (24) e serviços automotivos e reparação (17). 📊 Outros 17 seguimentos têm menos de dez estabelecimentos registrados junto ao Executivo Municipal. A professora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e líder do grupo de pesquisa Comunicação, Cidade e Memória, Christina Musse, defende que as ruas e avenidas de uma cidade têm “alma própria”, que sobrevive às mudanças arquitetônicas, políticas e econômicas. “As relações econômicas de uma rua marcam a identidade dela [...]. Conhecer a cidade é perceber essas mudanças, encontros e rupturas, que, por obra do acaso ou não, acontecem nas ruas. O comércio, nesse aspecto, tem uma importância fundamental, crucial para nós mantermos vivas as nossas cidades.” Avenida Ibitiguaia tem 257 estabelecimentos de comércio e serviços registrados. Arquivo/TV Integração Almeida Livros: mais que comércio, um guardião da história Proprietário de uma casa na avenida Ibitiguaia e leitor assíduo, Renato Ribeiro, de 82 anos, acumulava mais de 3 mil livros em uma biblioteca particular, na cobertura do imóvel. Mas uma chuva forte na década de…
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