← Voltar ao portal
Jovem Rio News

De casa sem janela em Duque de Caxias à Assembleia da Flórida: a trajetória do carioca eleito deputado nos EUA

Destaques 04/11/2026 às 22:15
De casa sem janela em Duque de Caxias à Assembleia da Flórida: a trajetória do carioca eleito deputado nos EUA
]]> Felipe Sousa-Lazaballet é o primeiro brasileiro eleito para a Assembleia Legislativa da Flórida A casa onde Felipe Sousa-Lazaballet passou a infância, em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, não tinha sequer janelas. Quando chovia, a família colocava plástico para impedir a entrada da água. Quase três décadas depois, o carioca de 40 anos foi eleito deputado estadual na Flórida, nos Estados Unidos, pelo Partido Democrata. Felipe será o primeiro brasileiro a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do estado. Ele venceu a republicana Bonnie Jackson em uma região considerada reduto de apoiadores do presidente Donald Trump. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Felipe Sousa-Lazaballet, de 40 anos, é o primeiro brasileiro eleito para a Assembleia Legislativa da Flórida Acervo pessoal Nascido no Rio de Janeiro, em 1986, Felipe cresceu em uma família humilde. Filho de uma cearense, ele conta que a mãe trabalhava em até três empregos para sustentar os filhos. “Eu cresci numa família muito humilde. A minha mãe era empregada doméstica. Trabalhava três empregos, de 5h da manhã até meia-noite, quase todos os dias. Ela se sacrificou muito, né? A gente não tinha o suficiente pra ter uma vida boa. Inclusive, a casa que eu morava na época não tinha nem janela. A gente colocava plástico pra água não entrar quando chovia”, relembrou. Felipe Sousa-Lazaballet Divulgação Mudança para os EUA aos 14 anos Felipe tinha 14 anos quando deixou o Brasil em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos. A irmã, que se tornou uma segunda mãe, o aguardava no país. A adaptação, segundo ele, foi desafiadora Para pagar a universidade, ele trabalhava à noite. A experiência como imigrante e os desafios enfrentados ao longo da juventude também foram decisivos para aproximá-lo da política. “Eu trabalhava à noite pra poder pagar a universidade. Então foi uma trajetória difícil, mas foi dessa maneira que eu também me engajei na política, porque eu me senti injustiçado, marginalizado por ser imigrante documentado, por ser parte da comunidade LGBT+. E aí foi quando eu entendi que eu poderia fazer parte de um movimento social que criava mudanças sociais…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial