Da tarifa zero à hospitais perto de casa: o que moradores de favelas cobram de quem for eleito neste domingo
Rio de Janeiro25/10/2026 às 08:00
]]> Neste domingo de eleição, nas favelas e periferias do Rio, quem vota também cobra. A Corre de Cria ouviu moradores de diferentes territórios sobre o que esperam dos próximos quatro anos. Entenda: tesouraço de Flávio Bolsonaro pode acabar com 2,2 milhões de empregos e ter efeito inverso na economia, afirma Dieese Fim da escala 6x1: governo Lula deixa regulamentação para depois do segundo turno Os planos de governo dos candidatos à Presidência da República registrados no TSE têm propostas diferentes para essas áreas. O de Lula (PT) aposta na urbanização como estratégia de segurança. Pelo Periferia Viva, promete recursos para concluir 85 obras retomadas e outras 59 já selecionadas, além de novos projetos. O documento prevê R$ 10 bilhões de um fundo federal para estados e municípios aplicarem no combate ao crime organizado. Inclui ainda a ampliação dos pontos de retirada de medicamento do Farmácia Popular nas periferias. Já o programa de Flávio Bolsonaro (PL) propõe retomar territórios dominados por facções, via convênios com estados e municípios, e dobrar o investimento federal em segurança. Para moradia, o plano quer urbanizar áreas degradadas e dar escritura a quem mora há anos no mesmo lugar, por meio de parcerias público-privadas. A meta é de 2,5 milhões de casas com a volta do programa Casa Verde e Amarela. O que pedem os moradores Thuane Nascimento pede melhorias no transporte Arquivo pessoal — Tem que pensar em quem usa o transporte público para ir trabalhar. Veículos com qualidade, mais confortável e com ar-condicionado. Por que não sonhar com a tarifa zero? Já é uma realidade no lugar onde eu moro e a gente aproveita muito — afirma Thuane Nascimento, de 29 anos, moradora da Vila Operária, em Duque de Caxias. Wellington Melo deseja a efetividade do fim da escala de trabalho 6x1 Arquivo pessoal — Que essa questão da 6x1 melhore a vida das pessoas. Quanto mais a gente tiver uma qualidade de vida boa, melhor a gente vai desempenhar no nosso trabalho. E com isso não vai ter tanta gente rotacionada em emprego — diz Wellington Melo, de 31 anos, morador de Rio das Pedras. Camila Outor quer mais segurança para as mulheres Arquivo pessoal — Na minha comunidade…
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