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Da irritação de Sidônio com Flávio à camisa 'eu prendi o Lula' de Deltan: os detalhes do debate da Band que você não viu

Rio de Janeiro 19/10/2026 às 10:10
Da irritação de Sidônio com Flávio à camisa 'eu prendi o Lula' de Deltan: os detalhes do debate da Band que você não viu
]]> O debate presidencial que marcou o primeiro confronto direto dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) teve “batalha” de apoiadores na porta da Band, ex-rivais juntos na plateia e bate-boca entre o ministro licenciado Sidônio Palmeira, que está coordenando a comunicação do atual presidente neste segundo turno, com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio diz se solidarizar com o Rio após fala de Lula sobre 'malandro carioca', e direita explora tema nas redes Caso Ana Clara: entenda menção de Lula durante debate da Band sobre PM para quem Flávio Bolsonaro advogou No primeiro intervalo, Sidônio e outros aliados do petista foram até o rival e se queixaram, em voz alta, que durante todo o primeiro bloco, o candidato do PL apareceu ao fundo enquanto Lula falava, reagindo com gestos e caretas. Essa movimentação no estúdio não estava proibida pelas regras. A situação gerou incômodo, mas não mudou a postura do candidato do PL. ‘Eu prendi o Lula’ Outra provocação partiu do senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR). O ex-coordenador da força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba estava na primeira fila e usava camiseta que dizia “eu prendi o Lula”. A blusa reproduzia um PowerPoint da operação em que várias setas apontavam para o nome do presidente. Dallagnol estava ao lado do governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), ex-juiz da Lava-Jato. O debate também foi marcado por atrasos. Flávio deveria chegar por volta das 18h45, e Lula às 19h10. Os dois falariam com a imprensa antes. Mas os dois se atrasaram, não concederam entrevista coletiva e a própria Band teve de ajustar o horário de sua programação. A demora de Flávio gerou preocupação e tensão em alguns assessores. O atraso se deu porque o candidato queria chegar junto com aliados. E eles foram em peso: nomes como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), Moro, Dallagnol e o influenciador Pablo Marçal chegaram em uma van. Marçal ajudou a treinar Flávio para o debate e entrou na emissora junto com o marqueteiro Duda Lima. Em 2024, os dois eram rivais, já que Duda era marqueteiro de Ricardo Nunes (MDB) e chegou a levar um soco, naquela campanha, de um videomaker de Marçal. O caso foi parar na…
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