← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Curiosidades eleitorais no mundo: da votação no espaço ao voto por bola de gude

Rio de Janeiro 25/10/2026 às 06:00
Curiosidades eleitorais no mundo: da votação no espaço ao voto por bola de gude
]]> O Brasil vai eleger neste domingo o seu novo presidente. Mas a festa da democracia mundo afora tem algumas curiosidades e nem sempre é tão simples. Veja a seguir algumas delas: Voto on-line: A Estônia foi o primeiro país do mundo a adotar o voto pela internet com validade legal e de forma permanente em suas eleições, nas eleições municipais de 2005. Dois anos depois, a ex-república soviética expandiu a modalidade para as eleições parlamentares de âmbito nacional, marcando outra estreia global. Outros países estão testando a medida. Um deles, a Noruega, fez testes controlados com o voto on-line, mas decidiu suspender e cancelar a modalidade em 2014. Relatórios políticos e técnicos apontaram que o sistema não gerou um aumento significativo na participação eleitoral e, o mais importante, gerou desconfiança e receio na população em relação à segurança cibernética e à garantia do sigilo absoluto do voto. As eleições gerais na Estônia são feitas de forma on-line AFP Urna espacial: Uma lei aprovada em 1997 permite que astronautas dos EUA votem quando estiverem em missão no espaço. No mesmo ano, David Wolf se tornou o primeiro americano a votar enquanto estava longe da Terra. O voto criptografado é enviado ao controle de missões espaciais em Houston (Texas), que o repassa para as autoridades eleitorais. Dedo marcado: Eleitores mexicanos saem da seção eleitoral com uma marca que tem função de segurança. Após o voto, mesários aplicam tinta indelével num dedo do eleitor para dificultar que uma mesma pessoa participe do pleito mais de uma vez. A tinta dura oito dias e é feita de acetona, cloro e solventes. De acordo com a Lei Geral de Instituições e Procedimentos Eleitorais do México, a tinta indelével faz parte dos materiais eleitorais obrigatórios. Ela precisa ser entregue em todas as seções eleitorais antes de qualquer votação. A substância passou por adaptações tecnológicas ao longo dos anos. Durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, sua fórmula foi modificada pelo IPN para incluir propriedades antivirais e biocidas, garantindo que o aplicador não transmitisse vírus entre os eleitores. A técnica foi exportada para outros países, como El Salvador, Honduras,…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial