Cuiabá quita dívida de transfer ban e cobra R$ 45 milhões de clubes brasileiros
Esportes15/10/2026 às 16:41
]]> Cuiabá recebe punição por dívida com ex-técnico Petit, e presidente culpa calotes de grandes clubes O Cuiabá quitou integralmente a dívida de aproximadamente R$ 5,5 milhões com o técnico português Petit e sua comissão técnica, referente à condenação determinada pela Fifa. Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira, o clube confirmou o pagamento e aproveitou para cobrar providências sobre valores que afirma ter a receber de outras equipes do futebol brasileiro. Segundo o comunicado, o montante foi pago com recursos próprios e comprometeu de forma significativa o caixa do clube em 2026. O Cuiabá afirmou que o dinheiro poderia ter sido destinado ao elenco profissional, às categorias de base e à estrutura da instituição. Com a quitação, a restrição de registro de atletas imposta pela Fifa foi encerrada. Petit foi técnico do Cuiabá em 2024 Asscom Dourado O caso envolve a saída de Petit do comando técnico do Dourado, em agosto de 2024. Na ocasião, o treinador português deixou o cargo depois de uma reunião com a diretoria. O contrato tinha validade até 31 de dezembro de 2025. Em agosto deste ano, o Cuiabá confirmou ao ge que havia sofrido um transfer ban da FIFA por causa da dívida. Na época, o presidente Cristiano Dresch atribuiu a situação a valores que o clube aguardava receber de outras equipes brasileiras. — O Cuiabá não teria chegado a essa situação se não fosse os calotes que sofremos do Corinthians, do Santos, do Grêmio e do Atlético-MG. Como que um clube que tem mais de R$ 42 milhões a receber passa por essa situação? Vou dar um jeito de pagar — declarou o dirigente na ocasião. Cuiabá 0 x 1 Avaí | Melhores momentos | Brasileirão Série B | Rodada 33 Cuiabá cobra coerência nas regras Na nova manifestação, o clube afirmou que não questiona a obrigação de cumprir decisões, mas criticou as regras aplicadas às rescisões antecipadas de contratos de treinadores. Segundo o comunicado, a legislação desportiva brasileira prevê o pagamento integral dos salários restantes do vínculo, sem considerar o tempo de serviço ou as circunstâncias do encerramento do contrato. O Cuiabá defendeu a revisão desse modelo junto às instâncias competentes e às entidades do futebol. Na…
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